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Tudo é grande em Itu ?

Neste domingo ensolarado e gostoso reunimos 5 motos e 2 triciclos e fomos para a cidade de Itu, ver realmente se tudo por lá é grande, rs.

Ficando apenas 100 km de distância de Atibaia, a cidade de Itu é conhecida por ter alguns atrativos em tamanhos exagerados. A fama da cidade começou em 1973, na Praça da Matriz, quando ganhou o orelhão conhecido por todos. Ele foi cedido pelo ex-ministro das Comunicações, Higino Corsetti, e instalado pela TELESP.  Homenageado com um banquete na cidade, Higino Corsetti, encerrou seu discurso com as seguintes palavras: “O Brasil é grande, mas eu sei que Itu é maior”. E a Telesp nào podia deixar de instalar, na cidade um Orelhão à  altura da sua fama”, com sete metros de altura.

Orelhão

Orelhão

Com esta frase, a cidade tornou-se conhecida e então, diversos atrativos em formatos maiores como o semáforo gigante, que mesmo pelo tamanho exagerado, funciona perfeitamente, como um normal.

Em função da fama de “tudo grande”, Itu possui uma série de lojas voltadas ao comércio de objetos em tamanhos proporcionais. São centenas de itens, que vão desde chaveiros, lápis, borrachas, até utensílios de higiene pessoal em escala ampliada.

Se desejar conferir, é só fazer um passeio por lá e quem sabe, almoçar também, no Bar do Alemão, como fizemos neste domingo agradável e em boas companhias. Curtindo um chopinho gelado e uma conversa divertida com pessoas bacanas. Vale a pena, sair de casa e conhecer novos destinos e ver de perto como o país tem muitas coisas diferentes e diversificadas.

E ainda, em Itu, tem o Parque do Varvito, um monumento geológico inaugurado em 1995. Varvito é o nome utilizado pelos geólogos para denominar um tipo de rocha sedimentar única, formada pela sucessão repetitiva de lâminas ou camadas, cada uma delas depositada durante o intervalo de um ano.

Parque Varvito

Parque Varvito

Para Saber : O varvito de Itu é a mais importante exposição conhecida desse tipo de rocha na América do Sul.

Em termos geológicos, o varvito faz parte de um pacote de rochas sedimentares que contêm evidências de uma extensa idade glacial, há 280 milhões de anos, quando um enorme manto ou lençol de gelo cobriu a região sudeste da América do Sul.

Procure um novo destino e descubra algo diferente que o faça feliz.

Siga esta viagem ! Viajar é PRECISO. Até mais

De volta …

Olá amigos seguidores do meu blog, estou de volta. Sim, desde o carnaval não escrevo nada. Mesmo assim, acompanhei o crescimento da audiência do blog e agradeço a todos os meus leitores.

Desde a nossa decepção em nossa viagem no carnaval, até Guararema, onde ficamos totalmente chateados e fomos lesados em acreditar em um site e atendimento via email da Pousada da Rosa nesta cidade, me deixou extremamente triste. Até hoje, estamos no aguardo de um final definitivo desta Pousada, para que nos pague o que foi dado de sinal, para ficar hospedado em um lugar que se diz pousada e na realidade é um clube aonde recebe quem passar por lá e quiser ficar tomando banho de piscina.

Uma tristeza, como até hoje, com o crescimento do turismo, não temos um órgão que possa ajudar os turistas e viajantes que procuram por bons lugares e apenas querem viajar em paz. Enfim, depois deste episódio que ainda vamos ter um ressarcimento aconteceram boas novidades.

Uma delas, foi o nascimento de minha sobrinha Bianca. Ela veio, com uma delicadeza e alegria, preencher o nosso coração de muita felicidade. Bianca, fez com que eu me lembrasse o quanto amo cada vez mais e muito mais cada sobrinho que tenho.

Hoje, Bianca, tem mais de 1 mês e ela vem trazendo tantas coisas belas como ela, como a matéria que será publicada HOJE, no Jornal do Carro do Jornal da tarde, sobre o nosso triciclo.

Ainda não tinha divulgado as mudanças do nosso triciclo, mas taí, para vocês verem, como os Zucconi são danadinhos e deram um up em nosso brinquedinho.

De fevereiro para maio, já fizemos algumas pequenas viagens. Rodamos até o final da nova obra do Rodoanel. Fomos até Igaratá. O Triciclo esteve em Serra Negra, com o Zé das Harley´s. Ficou em exposição no encontro de motos do Ases do Asfalto, aqui em Atibaia. Tenho que registrar que não gosto de encontro de motos, mas do Ases do Asfalto estava bem bacana e ainda teve um show legal do Sweet Memory.

E ainda, durante este tempo, acabou o Lost , minha série favorita e única que me prendeu por 6 anos e até mesmo, meu marido, se rendeu e assistiu comigo até o final. Me emocionei e ainda o Lost mostra que as viagens acontecem.

Ainda não posso deixar de registrar como sempre digo que “Viajar é Preciso” e de agora em diante , ainda mais, a estrada é nosso caminho seja de moto, carro ou de triciclo, estaremos rodando por aí e vou contando para vocês, daqui.

trijt

Grande abraço e bom fim de semana e depois me digam o que acharam da matéria no Jornal da Tarde! Boa Noite.

Saindo de Curitiba

Saímos de Curitiba, as 5h da manhã, como programado. No escuro fomos seguindo pelas luzes dos faróis e lanternas dos carros. Ainda bem que o clima estava bom, sem chuva e não estava frio como se esperava. Por que quando saímos de Gramado para Lages, a sensação de frio assustou um pouco.

No caminho de volta, mais pedágios pela Régis. Mais uma vez vou reclamar no asfalto quando estamos na subida da Régis, paga-se para moto de Curitiba até São Paulo 6 pedágios de R$ 0,55 (imagine quantos motociclistas não passam pela Régis ?) e não temos um recapiamento digno dos pedágios pagos. Por isso não curto muito viajar pela Régis, embora ela nos leve para destinos maravilhosos, como nesta viagem.

Graças a Deus, nossa viagem foi muito bacana. Aconteceu tudo que tinha sido planejado, mesmo não dando para visitar o Cânyon de Itaimbezinho, sabemos que o saldo foi positivo. Rimos muito, vimos lugares divinos como as adegas, as cidades históricas e charmosas que cativam logo na chegada, tomamos vinhos, fizemos boas refeições, tivemos a benção de ter dado tudo certo e nenhum problema aconteceu com ninguém, mas é claro que nosso amigo Luiz de harlleeeyyyyyy (como ele diz) deixou cair o capacete e veja só o que virou, risos. Imagine um cara de Harllleeeyyyy com o capacete remendado. Foi motivo de gargalhadas e mais divertimento na estrada.

Agradeço de coração a companhia de todos. Eu e o Lindo só podemos dizer que foi um passeio em harmonia, diversão, arte e sucesso esta viagem para o Sul. Foram 10 dias, aproximadamente 2600 km rodados e em torno de 16 pedágios pelas estradas da Régis, BR 116, entre outras. Foi bom demais.

Agora vamos ao Nordeste, organizações já começaram.

Até a próxima !

Passeio de Trem até Morretes

De Gramado até Lages foram quase 300 km. Saímos de Gramado com o tempo fechado. Com receio da chuva, todos saíram com suas capas de chuvas para aquecer e proteger da chuva. A sorte foi que o tempo melhorou rapidamente e antes mesmo de Lages já tinha um tempo quente e sem chuva. Ufa. Que sorte.

Chegando em Lages, ficamos mais uma vez no hotel que conhecíamos quando fomos para a Argentina, o Cattoni. Hotel simples, com quartos limpos e confortáveis. Além de ter um atendimento bacana. O recepcionista Maicon, que faz de tudo para atender da melhor forma possível, além de fazer as reservas, ajuda com a mala, me orientou para usar a internet. Realmente é bom ser bem recebido pelos lugares por onde passamos.

Além de ficarmos no hotel que já conhecemos, aproveitamos para jantar no lugar que fomos em janeiro de 2007, com a turma para o destino da Argentina. Um restaurante sem requinte mas com o dono atencioso, comidinha simples, sem luxo, massas, frango, salada, tudo para agradar. Mais uma vez fomos até a Cantina Cansian.

No dia seguinte, partimos cedo para Curitiba, para fazermos o passeio de Trem até Morretes. Impressionante como podem cobrar cinco pedágios de R$ 1,45 cada, para moto, em uma estrada com um asfalto cheio de costelas, remendado. Francamente, deveriam ter vergonha. Além da pista um pouco ruim, muitos caminhões, com uma pista única é díficil render para chegar ao destino. Até Curitiba foram 362 km.

Chegando em Curitiba, optamos mais uma vez, pois eu e o Lindo já conhecíamos o passeio de trem, ficar no Formula I. Pertinho da RodoFerroviária e com isso facilitaria e muito nosso deslocamento. Ficamos em um pequeno dilema, já que o Koji tinha que voltar até domingo, pois tinha compromisso. Tentamos embarcar as 3 motos e o triciclo, como fizemos da outra vez que embarcamos a moto e seguimos de Morretes para São Paulo. Só que desta vez não foi possível, o vagão de carga não comportaria todas as máquinas. Foi então, para acalmar o Koji que o Lindo deu a idéia de sairmos as 5h da manhã de Curitiba no domingo, para chegarmos o mais rápido possível em Atibaia, assim o Koji poderia chegar em tempo de seguir viagem ainda, com a família para Ribeirão Preto.

Na sexta fomos jantar no lugar indicado pelo Luiz que ele conheceu quando foi com o pessoal da Harley, o restaurante Madalosso. Diz o Luiz que o lugar serve mais de 5 mil refeições por dia, que até está no guiness. Não sabemos se é verdade, mas a comida estava boa. Mais uma vez massas e frango.

No sábado, logo cedo, seguimos para a Rodoferroviária para fazermos o passeio de Trem até Morretes. Foi uma delícia. Pelas fotos, perceberão como o trajeto é lindo. Cheio de hortências (flores que Heliana e Alice adoram), manacás, lírios dos brejos, além dos túneis (que ao passar trazia muita alegria a garotada, pela escuridão e brincadeiras durante a travessia).

A princípio a idéia era voltar de Morretes de trem, mas encontramos um guia doidinho, rs, o Léo, que nos ofereceu a volta de van, com ar e ainda com visita em Antonina e passaríamos pela Estrada da Graciosa, uma estradinha charmosa com muito verde e linda. Ele trocou nossas passagens de volta e topamos a idéia.

Almoçamos em Morretes. Se estivéssemos em Paranaguá, com certeza eu iria até a Casa do Barreado, estrelado pelo Guia 4 Rodas, saborear mais uma vez o barreado, mas como estávamos emMorretes e o Luiz já não tinha tido uma experiência muito boa do barreado em uma visita na cidade (detalhe, não é um restaurante que consta no guia e nem o conhecíamos). Fomos pela sugestão do guia, almoçar no Restaurante My House. Uma farta porção de camarões a milanesa, de bom tamanho, barreado, salada, bolinhos de peixe, pedaços de peixes fritos, hmmm almoçamos bem e fizemos um passeio rápido pela cidade para aguardar a hora do retorno da van.

Passamos por Antonina, uma cidade que eu já conheço, estive em 2001 e fiz rafting na época. Adoro cidades pequenas com charme de interior.

De Antonia seguimos direto pela Estrada da Graciosa, rumo ao centro de Curitiba. Todos queríam chegar logo, por que o sono já estava pegando forte. Chegando ao hotel, descansamos, comemos algo rápido no hotel e todos foram para seus quartos se preparar para estarem prontos as 5h, no domingo.

Indo para Gramado

Nesta quarta de manhã, seguimos para Gramado. Aproximadamente 110 km. Como de manhã de terça fizemos o passeio de Trem e depois vimos a Epopéia Italiana, apresentação teatral, com sombras, vídeo, teatro e luzes, em Bento, partimos meio dia para Gramado.

 

Nossa, como Gramado é linda. Ela é linda de manhã, tarde e noite. Já tinha passado por Gramado, mas agora com enfeites natalinos, ela tá mais bela ainda. Além do cheiro doce que tem no ar e nos deixa com a felicidade transbordando. Em cada passo que damos vemos decoração em diversos estilos e brilhos, muitos brilhos para alegrar e iluminar a todos. Ainda tem um concurso para a loja que enfeitar melhor a sua árvore de Natal, no corredor central das ruas de Gramado. Difícil de escolher, com tantas e cada uma com a decoração mais diferente e criativa da outra.

Não tínhamos como não fazer um passeio pelas ruas e ficar sem registrar tanta beleza.

Em Gramado, fomos muito bem atendidos, tanto na Pousada Nossa Casa, que foi uma das pousadas mais atenciosas, agradável, confortável e com um preço bom e barato que ficamos. Fomos muito bem recebidos e bem tratados, mesmo chegando com cara de cansaço e suor do calor da estrada. Faço questão em divulgar e indicar para vcs com muita tranquilidade.

Aconteceu ainda nesta noite, uma apresentação da dança típica para a terceira idade. Algo bem bacana, voltado para os idosos. Adorei.

Nesta noite, jantamos em um lugar divino, indicado pelo Tio Zé e Eliana, o Restaurante El Fuego. Atendimento bom e a qualidade são fantásticos. Salada, carnes de suas preferências, peixes, ou seja, o que vc gostar, lá vc com certeza encontrará, opa, rimou.

É isso, agora chegamos em Lages, depois de quase 300 km de estrada. Saímos com muita garoa e neblina de Gramado, mas durante a estrada, foi limpando e ainda paramos em Vacaria para achar uma chaparreira para ele, mas com certeza ele não vai comprar, risos.

De Lages, vamos nesta sexta para Curitiba para fazermos o famoso passeio de trem até Morretes, isso se o tempo ajudar. Continuem acompanhando e Seguindo esta viagem !

(não posso deixar de registrar minhas vibrações positivas e orações para as familias desabrigadas em tantas cidades deste país, além de São Paulo. Força e Fé)

 

Passeio de Maria Fumaça

De Bento Gonçalves até Carlos Costa, tem um divertido passeio de Maria Fumaça, com música, vinho, teatro e muita alegria. Até os meninos dançaram com as moças caracterizadas de italianas, para representar a história da cultura italiana. Muito legal. Tenho vídeo, colocarei em breve.

Nesta terça, enquanto organizávamos os passeios, hotel, soubemos do nascimento do netinho da Cida e Do Zé Magro. Ficamos muito felizes e já quero deixar meu carinho para eles e um cheirinho no pequeno. Saúde, muita harmonia e amor neste momento lindo de vcs. Parabéns.

Durante o percurso até Carlos Costa, temos as apresentações e no vagão tem até espaço para colocar as tacichas de vinho. Muito apropriado.

Saindo da Serra do Rio do Rastro, pegamos estrada rumo Torres, nosso ponto de apoio para amanhã cedo, irmos para Bento. Em Torres, foi uma tarde agradável. Chegamos por volta da 16h e conseguimos um hotel bacaninha, quase em frente ao mar e com um preço e atendimento legal. Claro que não lembro agora o nome, mas promeito mais uma vez completar estas informações para quando vcs vierem para cá, terem esta dica.

Todos rapidinho trocaram suas pesadas botas por chinelos e as calças compridas quentes e já suadas, pelas bermuda. Não tinha como não registrar o passeio tão confortável e gostoso dos meninos até o Restaurante que íriamos, o mesmo que fomos com o Mario quando estivemos aqui, em julho de 2006.

A noite em Torres, estava muito gostosa. Resolvemos passear pelo centrinho de comércio. Algumas apresentações costumeiras de muitas cidades.

Pessoas vestidas de manequins, peruanos tocando suas flautas de bambus, mas os papos e as brincadeiras durante este passeio foi bem divertida. Uma das fotos foi sensurada, rs.

Agora vamos todos dormir para chegar em Bento amanhã cedo. Serão mais ou menos 250 km, passando por Caxias do Sul. E ainda, queremos visitar o Canyon de Itaimbezinho. Olha como é lindo !!!

Continuem acompanhando notícias.

Serra do Rio do Rastro

Saindo e Tubarão, logo cedo no domingo, pegamos estrada para conhecer a Serra do Rio do Rastro. São um pouco mais de 60 km, seguindo em direção de Lauro Muller. Não temos palavras para descrever tamanha beleza. Natureza, linda, maravilhosa, ar puro, sensação de paz e tantos outros sentimentos passou pela minha cabeça enquanto subíamos. Um lugar com o dedo de Deus com certeza.

Além da beleza da serra, a vista que tínhamos das casas, tão bonitinhas parecendo casinhas de bonecas de tanto capricho que elas são cuidadas. O carinho na decoração das casinhas, com flores, árvores, tudo para deixar o mais charmoso possível. Pena que fiquei admirando tanto que acabei esquecendo de tirar mais fotos das mais belas. Sem contar o cheiro de terra e ar puro alimentando nossos pulmões. E o tempo ainda ajudou neste dia, sem chuva, só o clima fresco. A subida foi tão gostosa que não queria que terminasse. Vocês verão pelas fotos.

             

 

            

            

XT Guerreira. Ela é Demais.

 

 

  

  

Claro que não poderia faltar algum ato engraçado de nosso amigo Luiz que levou um tripé para tirar fotos. Até ele montar o tripé … risos, já estávamos chegando no topo da serra. Mesmo assim, ele tirou a foto do grupo e ficou bonita. Nâo acham ?

 

  

Terminano de subir a Serra do Rio do Rastro, não conseguimos enxergá-la por inteiro, por que a cerração tomou conta da visão, mas o lugar é divino. Para aquecer um pouco da sensação de frio, lá do topo, de um excelente café, estilo da montanha. Atendimento bom, bebidas feitas no capricho, ambiente familiar com clima de serra. Imperdível. No momento estou sem o cartão, mas quando voltar a escrever, prometo completar esta informação. Para não errar, é o único MAIS bonito do lugar. Não tem como errar. A proprietária é uma simpática e atenciosa senhora que faz lindos artesanatos de um qualidade fantástica. Comprei uma ovelhinha tão linda. Coloco foto depois. Impossível sair sem nada dali, com tantas coisas encantadoras.

Agora vamos para Torres, para dormir lá seguir amanhã (segunda), para Bento Gonçalves. Vamos rodar uns 140 km, com um calor gostosinho. Oba!

Rumo ao Sul

Ah viajar … Estamos de novo na estrada. Saímos no primeiro dia do ano, novamente. Que delicia. Estrada tranquila, mas, como sempre, um pouco de chuva para banhar as nossas almas e limpar os pensamentos, rs.

Nosso ponto de encontro, mais uma vez foi no Frango Assado. Chegamos as 6h30 para tomar café e quem disse que o Frango Assado que abre 24 horas estava aberto, não, só abriria suas portas às 7h. Resolvemos esperar, enquanto todos chegavam e íamos preparando para rodar um pouco mais de 700 km para chegar em Blumenau. 

Foi uma alegria só, antes de sair para rodar, tivemos a companhia da familia Adati e Cida e Zé Magro para desejar boa viagem. Ficamos muitos felizes e esperando que possam nos acompanhar em uma próxima viagem.

 
   
 

 

amigos na hora da partida 

amigos na hora da partida

 

 

 

Desta vez, teremos a companhia de nosso amigo Koji e o casal Tio Zé e Eliana, com seu triciclo, além é claro da companhia que não pode faltar o Luiz, Perdidão,rs. Felizes com a presença deles e não posso deixar de dizer que estamos tristes com a falta que nosso amigo Mário está fazendo. Desta vez ele não pode vir, mas em muitos momentos, quase todos, ele é lembrado. E outro casal de amigos, Zé Magro e Cida, não puderam vir, pois seu primeiro Netinho está chegando, mas não faltarão oportunidades para estes amigos estarem conosco em tantas outras viagens que virão. 
pegando chuvaComo disse, não podia faltar a famosa chuvinha no primeiro dia. Pegamos garoa até chegar Curitiba e depois foi melhorando o tempo. A sensação de frio era maior que o volume da chuva. Soubemos pelo caminho dos dilúvios no Rio de Janeiro e interior de São Paulo, até mesmo Guararema e São Luiz do Pairitinga que conhecemos ficaram alagados. Uma tristeza. Com certeza, Deus ajudará a todos.

pegando chuva

 

Seguindo a viagem, com a chuvinha gelada, fomos rumo a Blumenau. Chegando la, por volta das 18h, fomos direto ao Ibis para se hospedar. A recepcionista olha para nós e diz que só tinha quartos para fumantes. Imagina ficar em quarto para fumantes e íamos embora procurar outro hotel e a mesma recepcionista “lembrou” que tinha 4 quartos no primeiro andar. Acho que pensaram que somos bobos, ainda vou mandar um email para a rede accor reclamando deste atendimento.

Blumenau
Blumenau

blumenau, a noite

blumenau, a noite

procurando um lugar para jantar

procurando um lugar para jantar

Já sabíamos que é difícil achar algum lugar aberto no dia primeiro do ano, mas a cidade deserta como estava, foi surpresa. Só tinha turistas. Acabamos achando uma churrascaria meio choperia, que ainda bem, tinha uma porção um pouco de tudo, rs, que satisfez a turma. Tomamos um chopinho gelado, rimos, conversamos, tiramos sarro de tudo e todos na estrada e enfim, voltamos o hotel, para descansar um pouco e no dia seguinte, rumo a Tubarão.

Acordamos por volta das 9h e tomamos um café com calma e demos uma rápida passeada pela cidade. Uma calma agradável, ainda deu tempo de rever o museu da cerveja. Um dia lindo de sol. Aqueceu nossa viagem e logo pegamos estrada novamente, rumo a Tubarão.

       

Agora, no segundo dia de viagem, estamos em Tubarão. Pegamos transito chato e cansativo. Claro né, pertinho do litoral e todo mundo querendo chegar às praias para pegar um bronzeado.

A paisagem é muito linda. Que cor de mar, um azul divino. Se não fosse o transito, quem sabe daria para parar um pouco e comer um camarãozinho, mas quem ia arriscar a voltar mais tarde e pegar mais congestionamento.

Desta vez na estrada, mais uma vez, nosso amigo Luiz passou por um momento engraçado. Quando fomos ao Chile, ele foi perseguido por um cão, desta vez uma moto 125 ficou no pé dele, ou melhor, na roda, rs, o cara literalmente grudou e o acompanhou por uns 3 km mais ou menos. Uma pena que não estava com a máquina na mão para registrar este momento. Uma pena MESMO. Faltou a foto na estrada, mas não pude deixar de registrar ele fazendo propaganda da Pizzaria de Atibaia, em Blumenau, risos.

garoto propaganda

garoto propaganda

Em Tubarão, estamos no Art hotel. Um hotel novo, bom atendimento, limpo. Fomos comer um peixinho na Churrascaria do Caçula, que a comidinha é boa, mas que atendimento meia boca do caixa. O garçom Rafael é rápido e atencioso, mas para fazer a conta, fez errado e tentamos avisar que estavam cobrando a menos e não entendia e enrolavam cada vez mais, além de estarem sem paciência. Acho que o Senac tem que fazer uma campanha pela cidade de Atibaia e algumas outras para melhorarem o atendimento hoteleiro e de restaurante.

Mesmo assim nada disso nos deixa triste, viajar é uma sensação de paz, liberdade e é tão gostoso que não dá vontade de parar, só pegar estrada e curtir o vento batendo na gente.

É isso, vou dormir (e sonhar com nosso triciclo que na volta, queremos rodar com ele), para acordar cedo, vamos pegar a Serra do Rio do Rastro. Dizem que é LINDA !!!

serra do rio do rastro

Lembrando que este roteiro o objetivo principal e degustar bons vinhos em Bento Gonçalves.

(não reparem na formatação, pois estou fora de sampa e também o micro do hotel é meio lentinho para baixar as fotos)

Presente de Natal

Amigos leitores, quero apresentar para vocês o mais novo brinquedinho que adquirimos neste Natal.

    

Esta bela máquina, foi projetada, idealizada, criada e confeccionada pelo Zucconi Moto Design, aqui de Atibaia.

Zé das Harleys, como é conhecido, pensou, projetou e mostrou no computador a idéia principal e logo surgiram diversos fãs de sua criação. Um deles fomos nós, que de imediato ficamos apaixonados.

Não tínhamos nada programado para a compra de um triciclo, mas este nos pegou de surpresa. Uma beleza de projeto e ainda feito por uma Família que trabalha unida.

        

Além de ter o prazer de conhecer esta família, agora somos amigos, temos o prazer de ter o NÚMERO 1, de uma série de triciclos que virão da criatividade do Zé das Harleys. Um cara autoditada, com sabedoria para dar e vender que aos poucos está passando este conhecimento para seus filhos Thiago (O chefe) e Rodrigo (faz tudo, rs).

Eu só posso dizer que saber falar é fácil, agora fazer … taí, feito. Bonito né ?

Eu e o Lindo estamos felizes e curtindo muito, além de loucos para pegar estrada. Logo conto qual será o primeiro destino e com certeza, lerão aqui todo o roteiro.

Aos amigos de 2009, seguidores do meu blog, meu muito obrigada pela audiência, que não foi pouca, conto com vocês em 2010 e vamos à luta, com muita saúde, harmonia, paz, sabedoria e trabalho para todos nós.

Força e Fé, até 2010. Um brinde à vida e a novas amizades e novos destinos.

Obrigada Família Zucconi.

Siga esta viagem!

Quem já me conhece já sabe o quanto eu gosto de viajar. Independente de como ir ou vir, mas só o simples fato de sair e conhecer destinos novos. Conversar com a população local; vivenciar um pouco cada lugar; experimentar os pratos típicos; ouvir a música do lugar e se emocionar com cada paisagem que eu passo, seja no frio ou calor. É divino.

 

Quando eu digo que viajar é preciso, não estou exagerando. Sair por aí, conhecer tudo e mais um pouco, seja perto ou longe, com praia ou com construções históricas. Não importa. Basta viver o prazer de viajar. Desvendar novos lugares.

 

Foi assim, que conhecemos o Dona Pimenta, em Vinhedo, aqui mesmo pertinho de São Paulo. Talvez já tenha comentando deste lugar tão simples, por que já estive lá uma vez e sempre quis retornar. E foi assim, neste último domingo, retornamos com nosso grupo de amigos de estradas.

 

Não sei se foi pelo clima harmonioso; o ambiente familiar, o atendimento; o capricho da comida; a presença de bons amigos à mesa; o cenário no meio daquele verde, com flores, árvores e uma garota com uma alegria de viver tão visível em seu olhar, a Larissa. Ela cativou a todos, com tanta simpatia e carisma.

 

  

       

Se forem ao Dona Pimenta, pergunte por ela e saberá como é bom estar ali e viver um ambiente em paz e harmonia, com tudo isso que relatei. Também, pelas fotos que não pude deixar de tirar. Me contem depois se gostaram.

 

Não quero transformar meu relato em sensacionalismo, mas posso dizer que a presença de Deus, está em cada momento que vivemos e algumas vezes não percebemos, mas ali, não tinha como não notar. Obrigada Larissa, por nos trazer tanta alegria e diversão, com seu olhar tão meigo. Com certeza, nosso último passeio em grupo, deste ano, fechou com chave de ouro.

 

Aos amigos de estrada, meu agradecimento especial por tantos passeios aos domingos, com muito sol, chovendo ou não (risos). Continuaremos rodando e descobrindo novos destinos em grupo, sozinhos, sempre fazendo a vida valer à pena.

 

 

 

Rumo ao Sul. Tché. Siga esta viagem!

3 x 3 (trimoto) Paraíbuna

Hoje, mais uma vez reunimos um grupinho para um passeio de moto: 3 x 3 por que fomos em três motos e três triciclos. O tempo estava com uma carinha de chuva, mas mesmo assim, não assustou a gente. Fomos conhecer o Restaurante Comadre, na Tamoios.

O passeio como sempre, graças a Deus, foi maravilhoso, mas tenho minhas considerações: pagamos pedágio na Rodovia Pedro I, tudo bem, não sou contra, mas o asfalto não é dos melhores heim … bem que poderia ser igual da Rodovia Castelo Branco, que é BEM MELHOR.

Até chegar no Frango Assado da Carvalho Pinto, são quase 100 km de pequenos solavancos por causa das “costelinhas do asfalto”. Eu acho que dá para melhorar e muito ali.

Encontramos mais dois companheiros do grupo Nabor e Fábio por lá e fomos pela Tamoios (outra estrada BEM PIOR, mas MUITO pior que a D Pedro I, é claro), até chegar em Paraíbuna. É pertinho, no máximo 40 minutos até chegar ao conhecido Comadre.

Este restaurante deixou muito a desejar, eles cobram R$ 29,00 por pessoa e nem aceitam cartão de crédito, nem débito. Vc entra no restaurante tem tantas placas de não pode isso e não pode aquilo que assusta. A comida é boa, mas não é esta maravilha não … já pagamos bem menos e comemos bem melhor em lugares mais simples e agradável.

Mas todos concordaram que o lugar é bonito mesmo, poderão notar pelas fotos. A quantidade de pássaros, bichos, tem até avestruzes, que tem no local faz dele um atrativo gostoso para um domingão. E ainda, a sorte estava do nosso lado, não pegamos chuva. Eba.

  

Procure o Bem te vi

Procure o Beija-Flor

 
 

achou o bem te vi ?

achou o beija-flor?

Se quiser ainda, pode rodar mais uns 40 km e já está na praia, podendo pegar uma onda e voltar pra casa com a alma lavada. Não fizemos isso, mas como de costume, reunir nosso grupo de amigos tão bacanas, companheiros, divertidos que tem afinidades e o mesmo desejo em comum : passear de motos, descansar a cabeça das preocupações e sair da rotina, sem competições de nada, apenas com o intuito de curtir o passeio e se divertir com amigos. Isso é bom demais, sô. Quero mais, vamos nessa ?

Na terra do lobisomem

Hoje, com o horário de verão de volta, o grupo se reuniu mais tarde e o passeio foi por aqui pertinho. Seguimos mais uma vez rumo a Joanópolis, a terra do Lobisomem. Só sei que não vimos o bicho por lá, mas que o sol e o passeio foi bom, ah isso foi.

Muitas risadas, comidinha boa do Restaurante Caipirão e uma vista maravilhosa no caminho.

Estavámos hoje com um triciclo a mais, o do Rosolen que também faz parte do nosso Grupo de Amigos Tribaia, do by cristo, vermelho e branco. Vejam as fotos e poderão notar que o clima estava super agradável.

Sr Mario, como sempre alegrou a todos que passavam na rua com os sons de sua buzina. A garotada ria e se divertia com os barulhinhos.

 

       

 

Boa semana a todos e até o próximo passeio.

Tuiutí é logo ali

A decisão do destino do nosso passeio de hoje foi rapidinho, de uma ligação as 09h do Sr Mário, de repente, 10h30 já estavámos no Posto Texaco, onde o café é melhor e mais sossegado. Vc abastece e ainda ganha um suco ou um café, risos. Claro que isso não é o motivo, mas ficou engraçada a foto, com o grupo embaixo da propaganda da promoção.

Escolhemos Tuiutí, pela indicação do nosso amigo Koji, que descobriu que lá tinha um peixinho gostoso. Ele estava certo. Diversas porções de tilápia, camarão, lula a doré, com preços acessíveis, agradando a todos.

Tuiutí, está a 51 km de distância de Atibaia. Para chegar até lá, passamos por dentro de Bragança Paulista. Depois é só seguir as placas, muito fácil.

No caminho para o restaurante “Ponto do Peixe”, a paisagem rural agradou a todos. Diversas plantações de pés de couves-flores e um céu azul, colorindo ainda mais este dia de sol e diversão.

     

Não posso deixar de comentar a diversão que é, andar com os amigos de triciclo, por onde passamos não tem jeito, eles são os centros da atenção. Em Tuiutí, na praça, a garotada se diverte, ainda mais com os sons engraçados da buzina do triciclo do Sr Mário.

Na porta do restaurante não foi diferente. Alguns querem tirar fotos e ficam admirando e querendo saber mais sobre este veículo.

 

O final do passeio, foi brindado com um sorvete de massa, vendido na casa de uma senhora bem simples e simpática, na pracinha da cidade. Sentamos por lá, degustamos os sorvetes e ficamos por ali, sentindo a tranquilidade da cidade. Papeamos bastante, rimos e seguimos rumo de casa.

Os passeios de moto, triciclo ou carro que fazemos em grupo, tem único e exclusivo objetivo de estar com os amigos. Divertimento, descontração, bate papo, tudo isso para deixar de lado o cansaço da semana e é sempre muito bom revê-los e tirar muito sarro de todas as piadas.

Viajar de moto é liberdade: de escolha e descobertas. 

Faça a sua viagem e descubra novos destinos.

“Feliz daquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina - Cora Coralina” (minha homenagem a esta escritora especialmente encantadora)

Na terra do “uai”

Ah adoro Minas Gerais. Se vc ainda não conhece as cidades históricas precisa urgentemente agendar um passeio pelas cidades de São João Del Rei, Tiradentes, Mariana, nossa, tudo maravilhoso, com construções belíssimas e sem contar a culinária que é perfeita.

Se o tempo é curto, só tem um domingo, como foi nosso caso hoje, vá até Córrego do Bom Jesus, ou Cambuí, em Minas pertinho aqui de Atibaia, 93km, tem um restaurante (melhor bar, com cara de botecão de esquina, rs), que serve um Leitão a pururuca maravilhoso. Olha até mesmo quem não come quase nada, como nossa amiga Heliana, não resistiu e caiu na tentação do leitãozinho. rs.

Pertinho daqui, quase 93km e com uma estrada muito bonita, embora seguimos pela Rodovia Fernão Dias e temos que pegar ainda um asfalto cheio de costelas, mas da para enfrentar tranquilamente, lembrando que temos 2 pedágios de ida e volta, pagando-se no total R$ 2,20, por moto, no caso dos triciclos, igual a moto paga-se R$ 4,40.

Viajar de moto é uma sensação de liberdade. O vento batendo nas roupas, abre-se a viseira e sente-se aquele ar tomando conta de vc e o sentimento de que viajar sempre será preciso. Viagem é um símbolo eterno de descontração, harmonia, amizade, troca de informações, experiências e todo o tipo de etnia e ainda, sensações.

 

Hoje mesmo, mais uma vez conversando com o Sr Sebastião, dono do bar-boteco Último Gole que serve o leitão caprichado, com um atendimento maravilhoso, falamos de uma cachaça tão sem expressão a Amélia e ele nos presenteia na hora com duas garragas, é ou não é para ter orgulho do jeito de bem receber do povo brasileiro ? Nâo estou falando por que não pagamos por que o valor era irrisório mas pelo gesto meigo e simpático do dono deste bar que já nos recebeu algumas vezes. Se vc quer comer bem, ser bem atendimento (algo que tem sido difícil hoje em dia) procure por eles : Último Gole - Fone - 35-34321218. Estávamos em 4 triciclos, 6 motos: dezessete pessoas felizes pelo simples fato de estar na estrada e curtir a companhia e a estrada de mais uma viagem do nosso grupo de amigos de Atibaia: Tribaia.

  

 

Boa semana, mas lembrem-se o importante é ter o coração tranquilo.

Pedreira

Depois de uma chuva arrasadora nesta terça, o sol resolveu nos brindar com um final de semana quente e maravilhoso. Para brindar o clima, que Deus nos presenteou, reunimos neste domingão 18 amigos, grande parte do nosso Grupo de Amigos de Atibaia, o Tribaia.

Neste grupo tínhamos 4 triciclos, 1 carro e 5 motos, com destino para Pedreira. Esta pequena cidade é muito visitada pois tem um pequeno Shopping repleto de lojinhas de tudo quanto é tipo de coisas. Roupas, artesanatos, doces, decorações, alimentos e é claro porcelana. O paraíso do consumo, risos. Pedreira é a capital das Porcelanas.

   

Alguns amigos me perguntam como é na estrada, para juntar todo mundo e não se perder ninguém. Este movimento todo vcs podem ver nas fotos que ninguém se perde, quem viaja em grupo sabe que ficar de olho no espelho é fundamental, principalmente, com este grupo grande como foi o de hoje. A estrada com algumas curvas, trás uma emoção gostosa e muitas fotos bonitas destas paisagens belíssimas que a natureza nos oferece.

   

Viajar é necessário. Não importa o destino, distância, faz bem para o espírito.

Conhecer novos destinos, fazer novas amizades e aproveitar o dia lindo que fez é algo que ficará gravado na memória de cada um de nós. Com certeza, como já diria o escritor que eu gosto MUITO e quem me conhece sabe que eu vivo mencionando-o Antoine de Saint-Exupéry, autor do clássico, ainda mais vendido e importante obra “O Pequeno Princípe” :

“Cada um que passa em nossa vida, passa sozinho, pois cada pessoa é unica e nenhuma substitui outra. Cada um que passa em nossa vida, passa sozinho, mas não vai só, nem nos deixa sós. Leva um pouco de nós mesmos. Deixa um pouco de si mesmo. Há os que levam muito, mas há os que não levam nada. Essa é a maior responsabilidade de nossa vida, e a prova de que duas almas não se encontram ao acaso.”

Não tenho dúvidas que os passeios, a descontração, risos, alegria, as paisagens, as estradas, as brincadeiras, o movimento de carros, motos, triciclos e tudo o mais, entrou em nossas vidas e dificilmente sairá.

Não posso deixar de mencionar que sentimos falta dos amigos que normalmente estão conosco Sato, Koji e Miriam, que não puderam vir, mas quem sabe da próxima.

Boa semana, fiquem em paz e com muita harmonia para todos.

No Rio … de Piracicaba

Mais uma vez, em um domingo maravilhoso de sol, reunimos outro grupo de amigos de estrada. Desta vez, para nossa alegria nosso querido amigo Leo e esposa, estiveram conosco. Foi muito agradável estar com eles neste dia tão gostoso.

Reunimos 12 motos de diversos estilos: harley, shadow, Boulevard e XT, levando 16 amigos com destino a Piracicaba, que fica em torno de 120 km de Atibaia.

     

Dois pontos de encontros, primeiro aqui em Atibaia para reunir os motociclistas daqui e dar um abraço aos amigos do Tribaia que estavam indo para Serra Negra e a segunda parada no Serra Azul, em Vinhedo para reunir o grupo final para seguir estrada. Sentimos falta de vc hoje viu Sr Mario !!! Seja de moto ou triciclo, vc é presença obrigatória.

O Serra Azul já é bem conhecido por diversos motociclistas que se agrupam ali, para exibir suas motos, triciclos, para que todos os visitantes possam admirar os estilos variados que aparecem por ali. O café, acaba ficando para depois, o barato é comparar as motos, por seus tamanhos, cores, estilos e as cilindradas de cada uma.

Gostamos de ir para Piracicaba, por que adormos um peixinho e lá servem um filhote na brasa super gostoso, só que infelizmente desta vez, o Tambor deixou muito a desejar, pelo atendimento devagar e também, os preços aumentaram e a qualidade não acompanhou no crescimento dos clientes e valores.

Mesmo assim, o que era importante foi realizado, pegar estrada com amigos e curtirmos juntos este passeio e ainda na volta, assistirmos um pedacinho da apresentação das Esquadrilha da Fumaça do pessoal lá de Americana. De longe, mas deu para ver as diversas voltas e fumaças de seus aviões. Algo louco, pois enxergamos no alto o avião subindo e de repente ele desliga o motor e parece que vai cair, mas é tudo suspense e emoção para quem está assistindo.

Fica o meu pedido para a Prefeitura de Piracicaba, melhorar os asfaltos e sinalização e também, para os donos do Tambor receberem esta crítica construtiva para melhorarem para que possamos voltar mais vezes, por que com certeza, vamos demorar … então o tempo taí para que eles façam algo.

Aos amigos, um abraço e até a próxima, que acredito que será Vinhedo lá no Restaurante que gostamos muito Dona Pimenta.

Na terra de Xica da Silva e JK

Depois de descansar e aproveitar bastante a Fazenda Cachoeira em Santo Antonio do Amparo, fomos aprecisar as belezas históricas de mais um pedaço de Minas Gerais.

Em 2006, conhecemos algumas das cidades históricas: São João Del Rei, Mariana, Tiradentes, Ouro Preto, lindas, ricas em história. O meu interesse em conhecer estes lugares começou na faculdade, com as aulas da Profa. Dra. Laura Della Monica, que aproveito e presto minha homenagem. Profa Laura, hoje já não está mais conosco, mas me lembro mesmo com seus oitenta e poucos anos adorava lecionar, com muita dedicação e paciência com as diversas perguntas inocentes que fazíamos. Que ela saiba que muitos de seus ensinamentos foram guardados e até hoje lembro-me de muitos deles.

Agora, em 2009, após ouvir de alguns amigos que a cidade de Diamantina tinha seu encanto pessoal, fomos até lá saber se era verdade.

Saindo de Santo Antonio do Amparo, da Fazenda Cachoeira, continuamos seguindo pela Rodovia Fernão Dias até chegarmos em Contagem, na BR 262. Até lá foram mais três pedágios, de R$ 0,55 cada. Da cidade de Contagem-MG até Curvelo estávamos na BR 040 em pavimentação. Sinceramente, ninguém merece rodar por uma estrada em obras, é bem cansativo e chato. Você fica parado ali, esperando e esperando liberarem a pista. Claro que as obras são necessárias, mas se soubessemos que seria tudo isso, teríamos ido por Sete Lagoas, ou talvez por outra rodovia.

Na cidade de Curvelo, fomos abordados por um simpático morador que notou em nossas jaquetas o logo do Brazil Riders e nos convidou para o encontro de motos que aconteceria na cidade, além do show com diversos famosos, principalmente a banda “Calipso”. Como ele disse “imperdível”, mas tivemos que recusar e seguir para Diamantina enquanto ainda era de dia, para evitar a estrada a noite, pois não sabíamos como seria o caminho.

De Curvelo até Diamantina, são 132km, com uma estrada de belas paisagens, montanhas rochosas, que me senti em algum filme daqueles comerciais de moto quando o casal entra nas ruas e as folhas sobem e as árvores se encontram no alto. Linda, cheia de curvas, cheiro de terra e de mato. Amei, muito boa mesmo.

Como já era quase fim de dia, chegamos a noite em Diamantina e ainda, não tínhamos reservas e nenhum hotel de referência. A idéia era ficar o mais perto do centro histórico para visitar o máximo de atrações históricas possíveis e tudo a pé, para facilitar a visitação. Olhamos no Guia e conseguimos uma vaga na Pousada Serrana, que o recepcionista mandou um mototáxi nos buscar.

Nesta noite fomos degustar a maravilhosa culinária mineira, conhecemos o chef de cozinha “Vandeca” da Pousada e Restaurante o Garimpeiro. Saboreamos um prato típico: bambá do garimpo, feito de feijão batido com costela e couve rasgada, acompanha arroz. Muito gostoso. Só não gostamos do preço do couvert de entrada de petiscos típicos, apenas um pouco de linguicinhas, pão, couve flor e cenoura em conserva e um pouco de berinjela temperada para se comer com torradas. Não achei isso muito típico e ainda pelo precinho de R$ 17,00, algo que poderíamos ter comido por aqui mesmo em São Paulo.

Valeu pelo ambiente, o bambá e o clima de interior com uma bela vista para o Cruzeiro. O marco comemorativo do centenário da fundação de Diamantina (1838-1938).

Cruzeiro da Serra

Cruzeiro da Serra

Em Diamantina, assim como a maioria das cidades históricas é repleta de calçamento de pedras, mas com algumas ladeiras, que de moto, são bem complicadas de andar. Lembramos muito do nosso amigo Mario que não gosta muito de colocar sua “custom” em uma rua assim. Ainda bem que não choveu, pois ficou fácil de passear para todos os lados.

Calçamento de pedras

Calçamento de pedras

A idéia principal era visitar a Igreja São Francisco de Assis que sabíamos que tinha sido restaurada recentemente, mas quem disse que ela estava aberta para visitação em pleno domingo ? Pois é, ouvimos do “monitor” da Igreja Nossa Senhora do Carmo que a Igreja estava fechada por falta de VISITAÇÃO, pasmem, alegam que a igreja não abre por que não tem turistas para visitar. Não sei se acredito, mas … não pudemos conhecê-la. Nesta igreja foi enterrada a famosa Xica da Silva, mas não conseguimos vê-la por dentro, mas é linda por fora.

Igreja São Francisco de Assis

Igreja São Francisco de Assis

Do ladinho da Igreja São Francisco de Assis, na praça tem a estátua de JK, em tamanho natural. Considerado como filho de Diamantina, recebeu esta glamorosa homenagem.

Juscelino Kubitschek

Juscelino Kubitschek

Igreja N S do Carmo

Igreja N S do Carmo

Na Igreja de Nossa Senhora do Carmo, podem até dizer que ela tem valor histórico, mas de belezas e riquezas deixa muito a desejar a todas as maravilhas das demais cidades históricas de Minas. Sinceramente, não achamos tão especial para ficarmos de boca aberta, como aconteceu na Igreja de São Francisco de Assis na cidade de Mariana e nas outras de Tiradentes, São João Del Rei. Cobra-se R$ 2,00 para não se ver quase nada (aliás vimos um santo de peruca, o que era aquilo heim ?) e sem monitoria. Tivemos que pedir ao rapaz que estava cobrando o ingresso que nos tirassem algumas dúvidas.

No Mercado Municipal, aos sábados, se reúnem turistas ou moradores em busca da cultura do vale, saboreando deliciosos quitutes mineiros, degustando uma boa cachaça, comprando artesanatos de palhas e ainda ouvindo música típica. 

Mercado Municipal

Mercado Municipal

A Igreja de Nossa Senhora do Amparo, mais uma que estava fechada, mas de uma beleza que me lembrou as do centro de São Paulo, tão pequena e linda em seu cantinho especial. Com o estilo barroco-rococó. Não vimos, mas soubessemos que nela tem um presépio setencetista. A peça é trabalhada com conhas no estilo rococó e foi um presente do Frei Joaquim de Nossa Senhora de Nazaré. 

Igreja de Nossa Senhora do Amparo

Igreja de Nossa Senhora do Amparo

O Passadiço da Glória, era um dos locais que eu tinha grande curiosidade por ter visto em diversas fotos. Foi construído em 1878 para unir a casa e o orfanato das Irmãs da Ordem de São Vicente de Paula. O motivo da construção foi para que as irmãs não fossem vistas na rua e pudessem circular de um lado para o outro sem ter esta preocupação. Desde 1990 foi nomeado Patrimônio da Humanidade. 

Passadiçao da Glória

Passadiçao da Glória

 Atualmente na Casa da Glória, é o Instituto Casa da Glória, abrigando o Centro de Geologia Eschwege (CGE), que ministra cursos e ainda o Centro de Referência em Cartografia Histórica entre outras atividades como alojamentos. Vale a visita, além deste belíssimo pé de cajamanja, no quesito presença da natureza como em toda Minas Gerais.

pé de cajamanga (Casa da Glória)

pé de cajamanga (Casa da Glória)

Museu do Diamante

Museu do Diamante

O Museu do Diamante, cobra R$ 1,00 para visitação, mas foi mais um ponto de frustração, pouquíssimas peças em exposição e raras fotos do garimpo e equipamentos da época. Chegamos quase na hora de fechar, mas em 5 minutos conseguimos ver tudo … sem nenhum estresse. O atendimento dos guardas foi bem simpático e com muita paciência para atender e responder nossas perguntas. 
 
 
Xica da Silva, figura popular da cidade, que muitos conhecem sua história através da novela da antiga Tv Manchete. Esta negra, que conquistou o coração do contratador João Fernandes de Oliveira. Teve 13 filhos. Era muito vaidosa, geniosa mas ninguém pode negar que mandou e muito em todos e enfrentou os brancos e deixou sem saber como agir. Não é cobrado para visitar a casa e vale a pena conhecer  este espaço que tem uma linda área verde no fundo.
 

Casa da Chica da Silva

Casa da Xica da Silva

Vista da Casa da Chica da Silva
Vista da Casa da Xica da Silva

 

Ainda na Casa da Chica

Ainda na Casa da Xica

 

Nesta visita em Diamantina, infelizmente não conseguimos conhecer o Garimpo artesanal para que todos possam reviver como era nos tempos do garimpo, mas não faltará oportunidade já que com certeza voltaremos mais uma vez por ali, para conhecer as cidades de Serro, Milho Verde, Sabará e ainda a Serra do Sipó.

Nesta visita, guardaremos na memória cada pedacinho de charme, música e um jeito todo simples de ser da cidade de Diamantina, com sua população simples e alegre.

 

Já na hora de ir embora, passamos perto do Caminho dos Escravos.  Se quiser conhecer um pedaço da Estrada Real, esta é uma da trilhas, com cerca de 23 km. Ligando Norte de Minas ao Sul da Bahia. Nesta estrada, passava-se os animais, tropeiros e sem dúvida alguma, muitos diamantes.

Caminho dos Escravos

Caminho dos Escravos

Se você gostou da história e gostaria de saber mais, compramos o Livro “O Caminho dos Currais do Rio das Velhas” lá na Livraria Espaço em Diamantina. Um livro com uma leitura fácil, muitas figuras da época e explicações bem interessantes de autoria do Eugênio Marcos Andrade Goulart, da editora Coopmed.

Minas, até a próxima visita. Boa semana.

De novo, na Fazenda

Estamos de volta
Estamos de volta

Nestes poucos dias de férias de julho (cinco dias de pneus na estrada), resolvemos retornar na Fazenda Cachoeira. Gostamos de lá, da recepção calorosa do Rogério e o lugar com um clima maravilhoso e propício para o descanso e atividades na colheita do café.

Lembrando que para chegar até a Fazenda Cachoeira na cidade de Santo Antonio do Amparo em Minas Gerais, segue pela Rodovião Fernão Dias, BR 381, são 338 km de boa estrada recapeada e chegando na cidade, percorre uns 7km de estrada de terra até a Fazenda. E ainda, para não esquecer as moedas do pedágio, são 5, sendo R$ 0,55 cada.

Desta vez o objetivo era participar das atividades da fazenda: colheita na lavoura, lavagem, secagem, rodagem, vendo de perto cada processo.

 

lavando o café

lavando o café

 

Lavando o café

Lavando o café

Secando o café

Secando o café

café secando no sol

café secando no sol

 

colocando o café no secador

colocando o café no secador

 

cascas de café (serão adubos)

cascas de café (serão adubos)

cascas de café que serão adubos

cascas de café que serão adubos

rodando o café

rodando o café

Quando degustava o café, bebida que eu adoro, não imaginava que ele passava por tantos passos para chegar até a nossa xícara. 

Passeamos à cavalo mais uma vez, pela lavoura que não tinha mais grãos para participamos da colheira, mas mesmo assim foi divertido e agradável estar ali.

Rodar pela Fernão Dias, após ter sido recapeada é confortável e seguro. Ainda bem que podemos visitar mais cidades em Minas Gerais, mesmo pagando pedágio, prefiro do que uma estrada ruim como percorremos de Contagem a Curvelo, mas em breve estará bem melhor, pois a BR 40 está em processo de pavimentação. Foi bem desgastante, mas depois de Curvelo até Diamantina, nosso próximo destino foi de uma visão ímpar em belezas naturais.

A Fazenda Cachoeira continua com seu charme e desta vez foi diferente, embora nós turistas não somos responsáveis pela fonte de renda principal da fazenda, somos formadores de opiniões e quem sabe no futuro, os hóspedes assim como nós, podem trazer mais profissionais envolvidos na exportação e qualificação do café da Fazenda, não é mesmo ?

Infelizmente, nesta viagem, não tivemos a companhia do nosso guia favorito, o Sr Fernando. Ele estava gripado, mas uma pequena guia adorável, linda e simpática esteve conosco. Florinha, de 3 anos, com um sorriso encantador nos deu a felicidade nos acompanhando em alguns passeios.

Além dela, conhecemos os funcionários que ajudam em todo este processo citado, com muita dedicação. Obrigada a eles pela atenção e informações dadas para que pudessemos conhecer um pouco mais desta maravilha que é o café.

Realmente se você deseja sossego, ar puro, conforto e bom atendimento, procure a Fazenda Cachoeira que agora estão com um novo site, converse com o Rogério, que está sempre disposto a atender da melhor maneira possível.

Agora seguimos para Diamantina, a terra do JK e de Xica da Silva (lembra da novela da Manchete ?)

Ainda nos lugares pertinho de nós

Continuamos em busca de lugares simples mas com qualidade e que nos sentimos bem. Um cantinho destes é o Rancho da Viola, no bairro da Loanda, aqui em Atibaia. Eles tem uma comidinha simples mas com um jeitinho caipira e confortável. Quando estiverem por aqui, visite o local, neste próximo domingo, na hora do almoço, acontecerá um pequeno show de violas, de artistas do bairro.

E temos mais, na cidade de Paraibuna, aproximadamente 1 hora e meia daqui de Atibaia, seguindo pela Carvalho Pinto, é mais um atrativo para quem busca um farto café da manhã ou um almoço e janta variado em comida típica mineira, é a Fazenda da Comadre

Espero que saboreim estas dicas.

Novas descobertas, pertinho daqui

Estamos sempre em busca de novos destinos e, principalmente que não passe por dentro de São Paulo, assim fugimos do trânsito da volta dos viajantes de finais de semana e ainda que tenha algum restaurante bacana para almoçarmos.

Hoje, com a indicação de um amigo do nosso grupo de motos, fomos conhecer uma cidade pertinho daqui de Atibaia, mas no estado mineiro: Córrego do Bom Jesus. Fica localizada no Extremo Sul de Minas.

Para chegar até lá, pegue a Rodovia Fernão Dias (não esquece o dinheiro do pedágio, são 2 na ida e mais 2 na volta, R$ 0,55 cada), e siga diretamente até Cambuí. De Cambuí, são mais 5 km pela estrada Cambuí-Córrego.

O portal da cidade

O portal da cidade

As paisagens sempre alegrando o passeio e nos deixando leves e com vontade de rodar cada vez mais admirados com estas paisagens, como estas:

Lindas Paisagens

Lindas Paisagens

Fomos até esta cidade, para conhecer um famoso leitão, servido no Restaurante do Sr Tião, um senhor, educado, de belos olhos azuis que tem em seus gestos a simplicidade e a simpatia do interior. Seu restaurante chama-se “Último Gole”. Para você não perder a viagem e não encontrar o leitão ligue e faça reservas (Tel 35-34321218), pois não se iluda pela simplicidade do local, ele fica cheio, com gente de pé esperando uma vaga para degustar um feijão de caldo grosso, arroz, macarrão, nhoque, salada, maionese, porção de torresmo com mandioca e ainda, o prato principal o leitão. Para quem não gosta, tem frango também.

De sobremesa, ainda é servido em copinhos, pequenos pedaços de doces como, cocada, doce de leite, goiabinha. Para que você saia muito satisfeito, o preço é justo, pagamos R$ 24,00, por pessoa por tudo isso. 

O grupo todo feliz, satisfeitos de barriguinhas cheias, agora se arrumando para colocar o pé, ou melhor as rodas na estrada.

O grupo feliz (falta um)

O grupo feliz (falta um)

Na saída da cidade, ainda paramos perto do portal para tomar um cafezinho feito no fogão à lenha, pela cooperativa de artesãos do local e tiramos algumas fotos. Não fiquem com medo, é apenas uma escultura de onça.

A onça

A onça

 

Ainda teve um amiguinho que quis colocar a mão na cobra, opa … cuidado ela pode dar uma picada heim, risos.

ah ele tava aqui, rs

ah ele tava aqui, rs

que vista! Motos e montanhas

que vista! Motos e montanhas

Temos feito diversos passeios de moto, em grupo, sozinhos, mas sempre, graças a Deus tudo deu certo. Cada lugar visitado, descoberto, deixa-nos admirados cada vez mais com esta natureza brilhante e maravilhosa que nos sensibiliza em cada viagem. Sem dúvida, a natureza se manifesta e marca nossos corações. 

Procure um novo destino, trilhe seu roteiro e siga esta viagem !

Brazil Riders

A novidade desta semana é que eu e o Lindo resolvemos fazer parte do Brazil Riders. Quem nos conhece, sabe que não gostamos de fazer parte de motoclubes e não é por nenhum preconceito e sim, pelo espírito de liberdade nas decisões de destinos e nossos rumos de finais de semana, férias e feriados. Então, o Lindo encontrou o GRUPO do Brazil Riders e gostou muito do estatuto e como nos sentimos bem em saber que não tem nenhum preconceito em relação ao estilo e tamanho da motocicleta e tem poucas regras, que o mais importante é cada um se ajudar na estrada, independente de onde você é ou para onde esteja indo.  Um pouco forte, mas a filosofia deste grupo é : “Não tente consertar o mundo com sua moto, seja apenas um canalha a menos…”

Você pode ler no site a história, filosofia, mas adianto a história da idéia do nome BRAZIL RIDER’S com “z” é justamente pelo fato de que o sonho, as viagens, ultrapassam fronteiras, já que fora do país, o Brasil, se escreve com “z”.

Estamos neste grupo para que possamos ajudar e sermos ajudados em nossas viagens, podendo juntos fazermos parte deste movimento de viagens segura, saudável e feliz.

Turismo para Todos

Recentemente assistimos uma matéria, no Jornal Hoje da TV Globo sobre a cidade de Socorro, que me deixou feliz em saber que o Brasil está cada vez mais preocupado com todos os tipos de turistas: idosos, crianças, casais, homossexuais, portadores de deficiências, não importa quem são e nem de onde possam ter vindo nativos ou estrangeiros o papel principal das pessoas que trabalham com turismo é satisfazer e realizar seus sonhos.

Por isso, hoje fomos com o grupo de motos para conhecer um pouco deste ambiente e saber como funciona. O dia estava lindo, os amigos (Koji, Luiz e Rita, Buava e desta vez de moto, o grande amigo Mario) adoraram a estrada com um visual belíssimo de muito verde e algumas curvas que agradam a todos os motociclistas. Foi bem agradável, mais uma vez, este passeio e a companhia de todos.

A cidade de Socorro, que fica há 132 km a partir de São Paulo pela rodovia Fernão Dias na SP-008, comemora os seus 180 anos com uma nomeação importante para o turismo brasileiro. Com um trabalho especial, foi adaptada para receber turistas portadores de deficiência física.

No caso de Socorro, considerada modelo para turistas portadores de deficiência. Estância hidromineral que fica no circuito das águas paulista. A cidade é um dos principais pólos de turismo de aventura do país. O primeiro do roteiro a ser adaptado para receber deficientes.

A cidade começou a se preparar há dois anos para receber, com qualidade, turistas com qualquer tipo de deficiência. Além dos equipamentos e transportes acessíveis a todos, os profissionais passaram por treinamento.

É emocionante assistir a matéria quando um deficiente visual comenta sobre a sua experiência mesmo não enxergando, da emoção e prazer em fazer uma aventura radical, como a tirolesa, ou o rafting, ainda mais com segurança e atendimento especializado.

Além dos lugares para as práticas de aventuras radicais, a cidade conta com alguns pontos de acessibilidades, como o piso tátil que orienta os cegos e até os semáforos estão adaptados.

Indico com muita felicidade, por saber das dificuldades em trabalhar com turismo e também, por ter familiares portadores de deficiência esta matéria do Jornal Hoje para que vocês turistas, amantes da aventura e das viagens de lazer poderem também aproveitar destes momentos felizes.

Outro trabalho importante é a o guia lançado pela querida Andrea Schwarz, cadeirante e sabedora mais do que ninguém das dificuldades de acessibilidade neste país, o “Guia Brasil para Todos“. Este guia trás destinos, estabelecimentos que estão adaptados para portadores de deficiência.

Guia Brasil para todos

Guia Brasil para todos

Obs. Lamento pela falta de fotos do passeio de moto. Esqueci de colocar a máquina para carregar e não pude realizar as fotos.

Voltando para Holambra, capital das flores

Mais uma vez, o destino escolhido para nosso passeio de moto, neste domingo, foi à pacata e graciosa cidade de Holambra.
Nosso grupo de hoje reuniram nove pessoas: Sato (Shadow), Nabor (XT preta), Lindo e eu (XT Azul), Koji (Boulevard), Luiz (com sua novíssima aquisição e bela Harley Davidson) e o casal de novos amigos Fábio e Shenia que foram de carro para participar pela primeira vez dos passeios e já tem indícios que teremos mais um parceiro de estrada.  

 

O Grupo

O Grupo

O ponto de partida foi no Frango Assado, aqui de Atibaia, as 09h30. Enquanto nos organizávamos para sair, o Lindo teve a agradável surpresa de ver uma DKV, o carro antigo que ele adora.

DKV, chamando a atenção

DKV, chamando a atenção

 
Além disso, um grupo de Burgman descontraídos vieram de São Paulo e estavam com um roteiro audacioso para o dia todo. Passariam por Socorro, Monte Sião e Águas de Lindóia. 

 

Burgman

Burgman

Independente do modelo ou marca das motos, triciclo, carros, o importante dos encontros é a interação, descontração e a tentativa de esquecer as preocupações do dia a dia e transformar o domingo em um dia de relaxamento como foi o de hoje, com muitas gargalhadas, diversão e felicidade. 

 

 

Mais uma vez fomos almoçar no Restaurante do Lago, só que desta vez infelizmente o atendimento estava atrapalhado, com erros e lentidão nos pedidos e isso por que chegamos cedo e não tinham quase ninguém ainda para serem atendidos. Uma pena, pois agora nas próximas visitas na cidade, vamos buscar outras opções de restaurantes.

A melhor parte do passeio foi à parada na Confeitaria Zoet em Zout, no lago da Praça Vitória Régia, não pelos doces e nem pelo atendimento que não foram tão especiais como o esperado, mas pela localização. Com o lago, os pássaros (as rolinhas vieram nos visitar), o silêncio, ar puro, bom papo, tudo isso brindou o nosso domingo com uma tarde agradabilíssima, com alto astral.

O Lago, sossego e harmonia

O Lago, sossego e harmonia

 
 

Todo mundo feliz

Todo mundo feliz

Só posso encerrar com um agradecimento aos amigos e aguardar a próxima. Alguma sugestão de destino?

Abraços e boa semana.

 

 

 

 

Esta viagem do final de semana prolongado foi escolhido, após ter recebido um email bem simpático do Rogério, da Fazenda Cachoeira, referente ao meu artigo: Que tal um cafezinho?  Recebi a programação do final de semana do feriado e fui até lá, conferir as acomodações e o pacote da Fazenda Cachoeira.

Rodamos quase 360 km de Atibaia-SP, para Santo Antonio do Amparo-MG onde está situada a Fazenda Cachoeira. Com algumas curvas acentuadas, 10 pedágios, pagamos R$0,55, sendo metade na ida e as demais na volta (devo lembrar que estava de moto, por isso o preço menor que de carro). Acredito que foi bem pago, a Fernão Dias depois de recapeada está bem mais segura de se viajar, se não fosse também algum motoristas que se arriscam em velocidades acima do permitido e sem nenhum respeito com os demais na rodovia.

Chegamos à cidade de Santo Antonio do Amparo-MG, já no final da tarde do feriado do dia do trabalho. A cidade com 20 mil habitantes, não tem um portal de entrada e quando passei pelo centro para ir em direção da Fazenda Cachoeira, tive uma sensação de moradores bem humildes e suas casas modestas.

Pedimos informação para um nativo que foi bem educado e rodamos quase 6 km de estrada sem asfalto até chegar à Fazenda Cachoeira.  Quando chegamos fiquei um pouco assustada por que não encontrei ninguém na entrada para nos orientar, fiquei achando que seria um mico e que tinha me dado mal, quando entrei na casa-sede e vi dois casais de idosos jogando, pensei “bom pelo menos descansar, por aqui, com certeza conseguirei”.

Vista do banheiro na suíte

Vista do banheiro na suíte

Logo um senhor com um sorriso simpático e atencioso, chamou Rogério, nosso anfitrião, para nos atender. Rogério, um rapaz jovem, com uma gentileza notável, nos acolheu de uma maneira tão hospitaleira e amável, nos levou até nossa suíte. Tudo bem, a suíte não tinha o luxo que muitas tem, com banheiras de hidromassagem e camas king size, mas as quatro janelas enormes e a luz do dia iluminando o quarto com todo o verde olhando para nós, ficou impossível não se encantar com o lugar.  Sem contar, que o quarto bem limpo, cama confortável, jogos de cama macios e o banheiro enorme, com muito espaço.

Sr Fernando e as medalhas dos cavalos

Sr Fernando e as medalhas dos cavalos

Arrumamos nossas coisas e logo fomos dar uma volta para conhecer o local. O hotel estava cheio, com muitas crianças (logo falarei a respeito). Tentamos chegar até a cachoeira, mas como estava prestes a escurecer, deixamos para o dia seguinte. Neste dia, jantamos uma deliciosa sopa de abobora com hortelã, pães caseiros, suco e de sobremesa doce de leite e doce de mamão verde, com queijo. (Não posso deixar de lembrar que todas as refeições estavam incluso no pacote, detalhe este que falarei no final).

Foi neste jantar, que soube que aquele senhor simpático que nos recebeu na chegada, era o Sr Fernando, proprietário dos 600 hectares de terra produtiva e sustentável. Logo me simpatizei por ele e que bom, ele por nós, já que no dia seguinte, no sábado, foi nosso guia na visitação de toda a fazenda.

Sr Fernando, com muita vivacidade, alegria e disposição, nos conduziu por toda a propriedade. Como nosso guia e motorista nos levou primeiramente no haras. Um lugar encantador, com cavalos bem cuidados, mesmo com uma estrutura simples, mas pode-se notar a preocupação em cuidar dos animais com muito respeito.

Haras

Harasos cães de caça, no haras

 
 
Em seguida, fomos conhecer as plantações de café, após uma boa aula de plantio, visitamos os pés de café bourbon amarelo e bourbon vermelho. Ele explicou ao meu marido, alguns danos das pragas, o fato de serem orgânicas, as dificuldades de se manter uma plantação e ainda, as alegrias e tristezas em manter a fazenda. Muito instrutivo e fazendo um bem enorme para nós, leigos no assunto.
 

plantações de café

plantações de café

 

o café

o café

 
Eu já havia visitado uma fazenda, muito linda e com mais luxo, na cidade de Itapira, a Fazenda Ambiental, onde encontra-se a Hospedaria Águas Claras, que tem uma linda história, que em outro dia faço questão de contar para vocês, mas confesso que o Sr Fernando com seu jeitinho meigo, transformou esta viagem em algo mais que um passeio, demonstrou que a simplicidade e a atenção dadas a nós turistas foram além das expectativas.

A Fazenda Cachoeira tem em suas atividades a preocupação com a sustentabilidade, por exemplo, as cascas do grão de café, são utilizadas para a secagem das baias dos cavalos e ainda depois, servem como adubos, entre outras ações que interferem beneficamente na natureza.

Não posso deixar de relatar que após muito tempo, realizei um sonho de andar a cavalo e foi emocionante, engraçado como os cavalos têm o dom de acalmar a gente, por isso (agora eu entendo) como a equoterapia é eficiente. Eles têm um olhar tão apaixonante, meigo e calmo, que sensibilizam o nosso coração.

os cavalos

os cavalos

Depois de tantas atividades, um delicioso cochilo após o almoço. Ele só não foi perfeito, pelos movimentos exagerados das crianças. Eu já sabia, pelo aviso do Rogério que o hotel tinha como característica, uma hospitalidade familiar, mas fica aqui uma dica, se tivesse um monitor que exercesse atividades com as crianças no salão de jogos que aparentemente não estava sendo utilizado com frequência, poderia trazer um pouco mais de sossego aos adultos. As crianças poderíam ainda ter aproveitado a casa na árvore para diversas brincadeiras.

Casa na árvore

Casa na árvore

E foi uma pena, o casal de hóspedes com o recém nascido não ter solicitado o serviço de baby sitter que o hotel oferece (pedindo com antecedência), pois a mãe teria aproveitado mais a sua viagem com seu marido.

E mais uma vez, me atrevo a dar outra dica, na sala de música (vou por minha conta e risco, nomear este espaço assim), que tem um belo piano antigo, poderia ter uma cristaleira, com algumas tacinhas e alguns licores, quem sabe uma futura experiência da Fazenda Cachoeira, alguns licores de café? Para que os hospedes possam se reunir, interagir, ouvir, música, quem sabe até ouvir alguns poemas ou apenas “prosear”.

Salão da mesa de bilhar

Salão da mesa de bilhar

Frente do Hotel

Frente do Hotel

O pacote todo, na suíte do hotel, com todas as refeições e lazer incluso, custou R$ 406,00 para casal. Ainda acabei fazendo uma limpeza de pele e massagem (não incluso no pacote), com a chinesa Dina.

Nesta viagem, sentimos falta de minha irmã com meus sobrinhos que com certeza iriam aproveitar bastante de um lugar tão lindo e acolhedor, que não puderam ir e também, do nosso amigo Mário e família.

Valeu a pena e indico para vocês. Até a próxima viagem de moto. Siga esta viagem!

Um fim de semana em Penedo

Após alguns dias de organização e definição de data e horários, saímos neste último sábado para a pequena cidade de Penedo, no estado do Rio de Janeiro.

Um grupo saiu cedo no sábado, nós (Lindo, eu, Sato, Nabor e Carlos) fomos de tarde, saímos as 16h45 de Guarulhos. Pegamos uma tarde agradável, com a temperatura em torno de 25º, mas no movimento estávamos com a sensação térmica de 20º.

Saímos pela BR 116 (Presidente Dutra), com o sol ainda nos acompanhando. Seguimos sentindo Rio de Janeiro até a altura do aeroporto Governador Franco Motoro na Cidade de Guarulhos, onde fomos sentido SP065 (Ayrton Senna).

Por volta das 17hs acessamos a Rodovia 065 sentido Rodovia Carvalho Pinto, há essa hora a viagem tornou-se ainda mais confortável, a temperatura estava mais companheira, o fluxo de veículos pouco intenso e a pista boa permitia uma velocidade de 110 km.

À medida que distanciávamos da região metropolitana o ambiente, o entorno se transforma e surge o verde, o cheiro da vegetação, as aves e os insetos se deslocam em busca de abrigo noturno (alguns, coitados ficaram em nossas viseiras) enquanto nós, bípedes “pneumáticos” desfrutávamos prazerosamente o deslizar sereno de 8 pneus marcando o asfalto majestoso da rodovia Carvalho Pinto, no sentido BR116.

Poucos kms rodados, e a natureza nos brinda com um pôr do sol digno de ser mantido sempre vivo na memória. Por força do hábito ao passar ao lado do Frango Assado e não parar foi como se a parte do trajeto tivesse sido pulado, mas seguimos em frente.

Entre a partida e a primeira parada rodamos 183 kms. Paramos para tomar um café no Posto Clube dos 500 na cidade de Guaratinguetá, abastecemos as motos e a nós também. Tomamos café, comemos doces (para não perder o costume, risos). Alongamentos feitos voltamos à estrada cujo trecho bastante sinuoso quebrou a monotonia das retas e despertou os sentidos, por ser de noite e termos boa quantidade de veículos pesados em circulação.

Frase do Lindo: “Ah! Belo pilotar ao anoitecer numa estrada boa, companheiros, máquinas potentes e confiáveis, mantendo segura e confortável velocidade e ainda mais contando com a lua que amistosamente insistia, por entre as nuvens, reforçar a luminosidade dos faróis das motos“.

Mesmo de noite foi possível divisar ao longe os contornos dos morros e morretes que formam a serra da Mantiqueira que por longo trecho permaneceu, inerte e impávida à nossa esquerda. Chegamos a Penedo, paramos no portal e partimos em seguida em busca do hotel, logo localizamos e cada um se dirigiu ao quarto para um banho rápido e sair à procura dos demais do grupo e também, para jantarmos.

Que surpresa ao abrir a porta do quarto fomos recebidos por um intragável cheiro de mofo, deparamos com uma acomodação simples que se cuidado fosse faria um complemento harmonioso com toda a vegetação presente nos arredores que exalava um leve e aprazível ar enriquecido com leve cheiro de natureza.

Hotel, decepção e tristeza

Hotel, decepção e tristeza

Outra desagradável surpresa foi à ausência de água aquecida para um banho relaxante e um acento fixo do vaso sanitário (sabe para que né?). Vencidos tais dificuldades lá fomos para a noite “penedense”.

(Quero deixar registrado no meu blog que o Hotel Campanário de Penedo-RJ não é digno de uma visita de hóspedes. Um grupo de 16 pessoas saíram descontentes e os donos não foram nem sequer atenciosos, aliás, nem apareceram para saber se estávamos sendo bem atendidos. Já enviei meu relato da impressão que tive do hotel para os proprietários e até o momento ninguém respondeu). Continuando a viagem…

Encontramos os demais tomando cerveja e contando muitas histórias, então como estávamos com fome fomos procurar o que comer. Jantamos no Restaurante Fritz, que mesmo com o atendimento lento e confuso, a comida atendeu as nossas necessidades. Saboreamos trutas com amêndoas, bife suíço, bebemos chope e satisfeitos voltamos ao bar aonde estavam os demais. Distraímos mais ainda, com bebidas e muita piada em cima, cada um procurou de alguma maneira um ponto que pudesse se tornar motivo de “chacota”, né Luiz Bacchereti? (raspando as unhas, risos).

Casa do Fritz

Casa do Fritz

 

Sato, Nabor, Carlos, Eu e o Lindo

Sato, Nabor, Carlos, Eu e o Lindo

Por volta de duas horas retornamos ao hotel, descansamos e por volta das 09h tomamos café, após o qual alguns foram às compras no centrinho comercial da cidade, outros foram visitar uma cachoeira mais próxima.

Por compromissos pessoais (Sato, Nabor e Carlos) partiram na frente por volta das 13hs enquanto os demais saíram por volta das 14hs.

 

Sato e sua Shadow

Sato e sua Shadow

Nabor, sua XT660R preta

Nabor, sua XT660R preta

Carlos e sua Drag Star

Carlos e sua Drag Star

Pegamos a BR 116 com a primeira parada programada para Taubaté então entre Penedo e Taubaté a rapaziada “torceu o cabo” com força, a velocidade média foi próxima a 120kms/h, isso causou dispersão no grupo cuja aglutinação ocorreu no restaurante “Boi Bom” em Taubaté onde o almoço nesta churrascaria deu uma boa mordida em nosso orçamento.

A próxima e a última parada do percurso foi no Posto da Carvalho Pinto, no Frango Assado, para não perder o costume. Ali nos despedimos e cada qual seguiu felizes e cansados para seus lares.

Fizemos uma viagem deliciosa de moto para Penedo. Reunimos dezoito amigos, neste meio estava o Lucas, meu sobrinho, com sua simpática noiva Suzy (em breve teremos um casório), amigos de Atibaia (Virginia, Buava, Luiz e Ritinha), Marcio, Ricardo, Marcos, um colega novo de estrada foi de carro, o Zé Luiz. Quem sabe ele se anima e compra uma moto.

Os motociclistas, como Zé Luiz

Os motociclistas, como Zé Luiz

 

Lucas e Suzy

Lucas e Suzy

Novos amigos de estrada
Novos amigos de estrada

Um lugar charmoso. Os passeios a pé, são muito agradáveis, já que a natureza se fez presente neste pequeno paraíso que um dia os finlandeses sonharam na sua distante pátria para viver.

Em Penedo, pode-se tanto visitar as cachoeiras quanto ficar no centrinho e conhecer o Parque “Pequena Finlândia” que reproduz fielmente uma pequena cidade da Finlândia, inclusive poderá falar com o próprio Papai Noel que também tem uma casa nesta cidadezinha, rs.

Casa do Papai Noel, será ?

Casa do Papai Noel, será ?

Pequena Finlândia

Pequena Finlândia

É isso, continuem seguindo esta viagem, cheia de emoções e aventuras. Boa Páscoa!

Igaratá

Domingo, dia de ver o Silvio Santos na tv, comer macarrão… Opa não mesmo. Fomos de moto para Igaratá. Perto, bem perto daqui, rodamos apenas 50 km, mas valeu à pena.

Igaratá, Nascida no fundo do vale do Rio do Peixe, quase na confluência do Rio Jaguari, a pequena povoação não legou registros. O pequeno amontoado de casas que surgiu em torno da capela erguida pela devoção de uma fazendeira, deixou apenas lendas e histórias contadas de memórias pelos, mas antigos. Nem mesmo anotações batismais ou de casamentos registram a passagem das missões pela aldeia. O primeiro registro oficial marca o início da primeira fase da história da cidade. 

Já faz um tempo que fomos a um restaurante bem simples nesta cidade e hoje, sugeri ao Lindo que retornássemos. Da janela do restaurante tem uma vista da represa de Nazaré Paulista. Podemos ver muitos jetskis e lanchas passeando pelas águas verdes da represa.

Lanchas e Jetskis

Lanchas e Jetskis

Caipirinha, não pode faltar

Caipirinha, não pode faltar

Eu já conhecia Igaratá, pela visita que fiz em 2005 ao SPA Igaratá. Um lugar lindo, com muito verde, lago, pássaros, piscina, maravilhoso para recarregar as energias, mas lembro que não gostei muito do atendimento, mas pelo lugar, valeu ficar cada dia por lá.

Se você quiser comer uma comidinha boa e barata, procure a Pousada e Restaurante Chicon´s. Um prato comercial, que tem arroz, feijão, fritas, farofa e uma mistura, que pode ser file de peixe, frango, bisteca ou lingüiça, saí por R$ 12,90, agora o prato feito, saí por R$ 8,90. Vale à pena. Como a cidade é pequena é fácil de achar.

Vista da Janela

Vista da Janela

Ah pegamos chuva na volta, mas foi gostoso sentir os pingos caindo no corpo e refrescando do calor. E hoje aproveitei para tirar fotos das minhas plantinhas. O meu lírio do brejo é uma homenagem a minha infância, no quintal da casa da minha mãe. Sentia o cheiro do jasmim da janela do quarto. Recordações boas, felizes.

Lírios do Brejo

Lírios do Brejo

Em casa, as violetas danadinhas, resolveram dar flores novamente. As rosas continuam aparecendo toda semana. Temos a visita da aranha, dos sapos, lagartixas. Risos.

A volta das violetas

A volta das violetas

as rosas do meu jardim

as rosas do meu jardim

 

nova inquilina

nova inquilina

Fica a dica. Boa semana.

Aproveitem o vídeo com a música dos Titãs.

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  • São Luís do Paraitinga

    Hoje, com o calor tomando conta de tudo e de todos, fizemos mais um delicioso passeio de moto. Reunimos nove motos, com um grupo de onze amigos felizes e loucos para rodar.

    O Grupo

    O Grupo

    Destino escolhido, São Luís do Paraitinga, que já tem um tempinho que foi definido, pelas conversas divertidas nas trocas de emails durante as últimas semanas.

    Esta cidade que seu nome tem como significado o Rio, desde os tempos dos Bandeirantes havia um posto avançado por onde passavam o café e o ouro mineiro. Ao ser fundada a povoação em 1.769, o nome foi São Luís e Santo Antonio do Paraitinga, sendo mudado depois para São Luís do Paraitinga, quando o padroeiro passou a ser São Luís, Bispo de Tolosa.

    No carnaval a cidade recebe muitos turistas fãs das marchinhas que animam a todos, independentemente da idade.

    Para chegar até lá, seguimos pela Rodovia Carvalho Pinto e depois, a agradável e muito verde Rodovia Oswaldo Cruz. Adoramos rodar por lá, tanto que demos uma breve paradinha para uma foto. Olha a foto !!!

    Na estrada

    Na estrada

    Na curva, da Carvalho Pinto

    Na curva, da Carvalho Pinto

    Com a feliz escolha do nosso amigo Nabor, almoçamos no Empório da Roça, um lugar bonito, com uma comida boa, bom atendimento, vale uma visita.

    No restaurante, Empório da Roça

    No restaurante, Empório da Roça

    Que meiguinho, risos

    Que meiguinho, risos

    Realmente hoje, neste domingão feliz, o passeio brindou com um dia radiante. Sentimos falta dos amigos Sato e Márcio, mas sabemos que estarão conosco, nos próximos passeios, quem sabe o próximo destino será Penedo.

    Abraços aos amigos motociclistas e sejam bem vindos os novos companheiros de estrada.

    Joanópolis

    Depois de dois dias de cama, dores de cabeça e uma tpm brava na sexta e sábado, aproveitei o domingo de carnaval longe da folia, mas pertinho aqui de Atibaia. Fizemos um passeio em família para a pequena e pacata cidade do interior, alguns dizem até que lá tem lobisomens.

    Confesso que não vi nenhum, rs, pelo menos até agora, mesmo já tendo visitado algumas vezes este lugarzinho bucólico mas com um clima agradável. Quando pegamos a estrada para a cidade, passamos pelas curvas admiradas pelos motociclistas, vemos as montanhas da Serra do Lopo. Alterna-se entre vales e morros por onde correm seus riachos formando cachoeiras e a mais conhecida é a Cachoeira dos Pretos.

    Serra do Lopo - Joanópolis

    Serra do Lopo - Joanópolis

    Cachoeira dos Pretos

    Cachoeira dos Pretos

    Conheci esta cachoeira em outra visita, confesso que não achei o local com uma estrutura bacana, mas apreciar a natureza independente do lugar é sempre um prazer.

    Esta cidadezinha interiorana possui um rico folclore, mas o que se destacou foi mesmo o lobisomen, graças à folclorista Maria do Rosário de Souza Tavares de Lima, que resolveu escrever um livro com o título, “Lobisomen: assombração e realidade”. Surgiram várias matérias a respeito, que ajudou a intitular a cidade, a CAPITAL DO LOBISOMEN.  

    O Lobisomen - sucesso na cidade

    O Lobisomen - sucesso na cidade

    Mesmo não sendo proposital, com certeza a cidade está ganhando com esta fama, já que a figura simpática tornou-se um símbolo e alguns estão ganhando com isso, fazendo artesanatos, adesivos, bonecos no formato desta figura folclórica, etc.

    O foco para a nossa ida até Joanópolis foi para almoçar em um lugar simples, mas com uma comidinha caseira bem gostosa. Almoçamos no Bar do Pedrão. Este lugar sem luxo algum fica uns dois ou 3 km antes de chegar na Cachoeira dos Pretos.

    Serve-se único cardápio, mas é lotado de turistas, loucos para saciar sua fome. O preço fechado de R$ 15,00 por pessoa, oferece arroz, feijão, lingüiça frita, macarrão, salada de tomate e alface, polenta frita, farofa e galinha caipira. Tudo isso, você pode comer a vontade, ou seja, repetir quantas vezes quiser. Gostou? Então faz uma visita a cidade e passa lá para aproveitar uma comidinha caseira, com cheiro e gosto de interior.

    Se encontrar com o lobisomen, me conta depois como foi, ok ?

    Aproveitem o interior, é gostoso e faz bem a beça.

    Ainda a nossa viagem ao Chile

    Quero compartilhar com vocês duas alegrias. A primeira foi que o turista profissional Riq Freire, fez um lindo post mencionando nossa viagem. Acessem o site viajeaqui para saber mais.

    E ainda, fomos convidados para escrever sobre a viagem para o Jornal Motocycle. Uma publicação nacional para motociclistas.

    Estamos felizes. Ah, neste final de semana não teve passeio de moto, a chuva não deu trégua. Quem sabe na próxima de carnaval possamos ir desfilar em alguma cidade, com muitos confetes e serpentinas, risos.

    Abraços e boa semana

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