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De Miranda para Corumbá

Nesta segunda, de manhã, seguimos de Miranda rumo a Corumbá. São aproximadamente 230 km. Só que para não perder o costume, sempre pegamos estradas em recapiamento durante nossas viagens e desta vez não poderia ser diferente. Foram 100 km de estradas ruim, com muitos remendos e em obras na estrada. Nas paradas esperando a liberação da pista, aproveitei e usei o banhero de um ônibus que agradeço a simpatia do motorista. Mas, depois deste ponto melhorou e muito só que aí … rs, começou a chover. Mas deu tempo de passar o Rio Paraguai e a música do Almir Sater, volta a cabeça. É bom demais.

      

Desta vez tivemos a sorte de encontrar uma casinha com uma aparência de lanchonete mas na realidade era uma casa que servia refeição para os trabalhadores das obras da estrada, rs, mas acreditem esperamos a chuva passar por ali e sim, comemos a mesma comida e foi bem bacana. A senhora cozinheira ainda fez a gentileza de pegar nos ninhos e fritar ovos caipiras para nós. Olha, na boa, foi bom demais e a maior demonstração da prestatividade do povo brasileiro. Tio Zé e o Lindo comeram com gosto e valeu a pena.

        

Chegando em Corumbá, notamos a cor da terra. Imagine como ficaria nossas roupas se tivessemos pego a chuva e toda esta terra em nossas botas ? Uau, seríamos outra pessoa. rs.

     

Agora era a vez de procurar um lugar para ficar. Tinha visto uma placa do Hotel Nacional, mas quando chegamos na recepção fomos ignoradas e mal tratadas. Será que o fato de sermos motociclistras ou tricicleiros trás para alguns recepcionistas de hotéis um medinho que não vamos pagar a conta ? A moça não fez questão nem de nos falar sobre as diárias do hotel. Uma pena para eles, por que perderam 3 diárias de hotel para 2 casais e uma sorte para nós, que ficamos no Hotel Candeiras  ivemos o prazer e a felicidade de ter a paisagem que vocês poderão ver nas fotos a seguir.

 

Ah e ainda achamos o pássaro que o Mário conhece muito bem. Espero que ele veja esta foto, rs.

É isso aí, simplicidade e conforto é tudo. Rumo a Bolivia, nesta terça feira. Conto mais para vocês, em breve.

Dedico este lindo Pôr do Sol, que tivemos o prazer de presenciar no Hotel Candeias em Corumbá, para todos os amigos de estrada que sabem o quanto é bom viajar, seja como for. Viajar é PRECISO.

Campo Grande

Neste domingo, fizemos o city tour pela cidade. Este passeio é um projeto do Convention Visitors Bureau. Ele é feito em um ônibus double-decker, com guia de turismo. Conhecemos diversos pontos turísticos. De todos os pontos visitados, o que mais me agradou foi a corujinha no Horto Florestal. Adoro corujas. Já li em algum lugar que elas são o símbolo da inteligência.

Neste passeio visitamos uma “aldeia indigenas” dos Índios Terena. É uma pequena aldeia com casinhas de tijolos com mil pessoas. E nela tem uma oca, que são feitas apresentações típicas e a exposição e venda de artesanatos indigenas.

Durante o passeio a guia Soraia contava diversas histórias sobre as cidades e os pontos turísticos e nos intervalos ouvíamos a deliciosa voz de Almir Sater. Sol, paz e uma música boa. Algo mais ? rs.

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Quando terminou o city tour fomos rapidinho para o hotel, pois ainda íamos pegar estrada rumo a Miranda.

Seguindo para Miranda, com uma estrada boa e conseguimos ver, na estrada, uma capivara que cruzou na estrada, um tucano voando, alguns gaviões e muitos urubus, rs, pois infelizmente tinham alguns animais mortos na beira da estrada.

A vegetação estava seca, então a paisagem não foi tão bonita, mas o pôr do sol que vimos, foi para fechar a chegada até a cidadezinha de Miranda de uma maneira encantadora.

      

Miranda é uma cidade pequena, mas serve de ponto de apoio para os ônibus turísticos que circulam por ali, na rodovia BR262. Mesmo com poucos hotéis, ela tem um restaurante 24 horas, parecido com o Graal e jantamos lá e fomos muito bem atendidos pelo simpático Marco.

Quando estávamos procurando um hotel, em um deles que paramos a recepcionista mostrou um quarto todo ruim, com a pintura descascando e o reboco de parede caindo, eu e a Heliana nos olhamos assustada com a decadência do hotel e a postura de quem estava mostrando o melhor dos melhores quartos, de repente a moça pergunta “Vocês estão de moto né ?”. Logo entendemos que ela achou que como estávamos de moto, ficar naquele quarto horrível, seria natural ou até o máximo para nós. Fala Sério !!! rs.

Em Miranda, ficamos hospedados no Hotel Pantanal. Simples, mas com tudo em ordem, área agradável que nos deixou a vontade em ficar na frente do hotel uma boa parte da noite, conversando e curtindo o sossego do local. E um atendimento bem melhor do que este outro que não me recordo o nome, mas ele fica em uma esquina da ruazinha principal, cheio de plantas e com as mesas todas cheias de enfeites empoeirados e velhos.

Em postos de gasolinas, nos hotéis, sempre que possível estamos colocando o nosso adesivo do Tribaia. Veja lá o Tio Zé, colando no hotel Pantanal.

        

Bom, agora é dormir, por que amanhã vamos para Corumbá. Até !

Campo Grande … quase perto do Pantanal

Neste sabadão de sol, gostoso e harmonioso acordamos animados para pegar mais uma estrada e seguir para Campo Grande.

Cada dia que passa a curiosidade aumenta e a certeza que este Brasil é gigante MESMO, melhor, ENORME, ok ok IMENSO, rs. E é bonito demais. Ao acordar só uma música veio a minha cabeça e ficou o tempo todo, até chegarmos em Aguás Clara, já em Mato Grosso.

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Durante a viagem, a paisagem já estava com um verde pálido, o ar seco e quente, mas começaram a surgir alguns animais, como a ema e acreditem um tucano eu vi, ali sozinho, com seu bico todo colorido e bonito. Quero ver mais, muito mais.

Chegando em Campo Grande, que não posso deixar de registrar que a estrada estava muito boa e nem pedágio pagamos, corremos para tentar fazer o city tour de ônibus que saí em dois horários as 09h e as 14h de terça a domingo. Só que não conseguimos pegá-lo hoje, mas já está agendado para amanhã, domingão. Sai por R$ 12,00 por pessoa, na parte de cima, que é a qual compramos. Conto mais amanhã.

Então, aproveitamos para conhecer a famosa Feira Cultural, que como diz o Lindo de cultural não tem  nada. Saímos lá de Atibaia, para comer Sobá e ver diversos parentes do Mario, rs. como tem japonês por aqui, rs. Pronto, já demos muitas risadas pela culinária, mas … os meninos comeram também, um costelinhas de pacú e ainda o caldo de piranha. Ouvi dizer que este último é afrodisíaco, rs. será ?

Hoje estamos hospedados no hotel Brumado, que até o momento, não temos o que reclamar.

É isso, amanhã tem mais. Boa Noite.

Primeiro dia de viagem, Araçatuba

Saímos de Atibaia, as 8h do Frango Assado. E para nós dar boa viagem, estavam lá os queridíssimos amigos Zé Magro e Cida. Uma pena, mas desta vez eles não irão conosco, mas com certeza não faltarão oportunidade.

Hoje, o objetivo é chegar em Araçatuba. Eu já estive em Araçatuba há 8 ou 9 anos, com o grupo da Amitur, grupo organizado pelo Jarbas Favoretto que leva profissionais de turismo, hotelaria, gastronomia, jornalistas, entre outras profissões para conhecer a cidade e relatar suas impressões e junto com o grande aconhecimento do Jarbas, apresentar a Câmara Municipal e seus demais proprietários de estabelecimentos, moradores, comerciantes. Um belo e sério trabalho, feito pela Amitur.

Durante o trajeto até chegar em Araçatuba, vimos muitos canaviais, que é uma das atividades econômicas além é claro, do gado, pois a cidade é conhecida como a Capital do Boi Gordo.

Até aqui, em Araçatuba, rodamos quase 600 km, com a estrada boa na Castelo Branco, mas quando entra na Marechal Rondon, algumas costelas, como chamamos para o asfalto ruim cheio de lombadinhas. Ah, sim, mas os pedágios … caros heim, foram quase R$ 60,00. Uau.

Na cidade, é claro que fomos jantar em uma churrascaria para sentir o sabor da carne. rs. Foi gostoso, mas sentimos muita a falta dos nossos amigos do Tribaia, mais intimamente conhecidos como os gafanhotos. rs.

Até aqui tudo correndo perfeitamente bem. O hotel que estamos chama-se Nova York que nos recebeu muito bem. Seus quartos são simples, confortáveis e com um bom café da manhã.

Agora, vamos dormir, amanhã, temos mais 450 km para rodar para chegar até Campo Grande.

Deixo aqui um abraço apertado para minha irmã Nice, que faz niver hj, dia 09/07.

Para os amigos Zé Magro e Cida. Força e fé. Mesmo aqui de longe, estamos com o pensamento em vcs.

Até mais.

Na estrada,

Enfim, as férias chegaram e vamos pegar estrada. Desta vez, um destino totalmente desconhido. Não sabemos como serão as estradas e temos muita curiosidade em conhecer, o Pantanal. Só que, não vamos de moto, vamos com nosso triciclo by zucconi, uns chamam de laranja mecânica, outros de laranjão, mas a certeza que ele está lindo lindo mesmo. Não viram ainda ? Olha ele aí :

 

Conosco nesta aventura, irá o casal de amigos queridos Tio Zé e Heliana. Já viajamos juntos em julho, quando fomos até o sul, desta vez, rumo ao centro-oeste. Maravilha. Vamos ver o que nos aguarda a região com uma fauna e flora rica em beleza natural e em biodiversidade. Estou curiosa e até com medo, pois não gosto muito de jacaré, cobras não … mas para conhecer este país, me arrisco, rs.

Até a próxima. Continuem acompanhando o blog para saber como estamos indo neste roteiro verde.

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Tudo é grande em Itu ?

Neste domingo ensolarado e gostoso reunimos 5 motos e 2 triciclos e fomos para a cidade de Itu, ver realmente se tudo por lá é grande, rs.

Ficando apenas 100 km de distância de Atibaia, a cidade de Itu é conhecida por ter alguns atrativos em tamanhos exagerados. A fama da cidade começou em 1973, na Praça da Matriz, quando ganhou o orelhão conhecido por todos. Ele foi cedido pelo ex-ministro das Comunicações, Higino Corsetti, e instalado pela TELESP.  Homenageado com um banquete na cidade, Higino Corsetti, encerrou seu discurso com as seguintes palavras: “O Brasil é grande, mas eu sei que Itu é maior”. E a Telesp nào podia deixar de instalar, na cidade um Orelhão à  altura da sua fama”, com sete metros de altura.

Orelhão

Orelhão

Com esta frase, a cidade tornou-se conhecida e então, diversos atrativos em formatos maiores como o semáforo gigante, que mesmo pelo tamanho exagerado, funciona perfeitamente, como um normal.

Em função da fama de “tudo grande”, Itu possui uma série de lojas voltadas ao comércio de objetos em tamanhos proporcionais. São centenas de itens, que vão desde chaveiros, lápis, borrachas, até utensílios de higiene pessoal em escala ampliada.

Se desejar conferir, é só fazer um passeio por lá e quem sabe, almoçar também, no Bar do Alemão, como fizemos neste domingo agradável e em boas companhias. Curtindo um chopinho gelado e uma conversa divertida com pessoas bacanas. Vale a pena, sair de casa e conhecer novos destinos e ver de perto como o país tem muitas coisas diferentes e diversificadas.

E ainda, em Itu, tem o Parque do Varvito, um monumento geológico inaugurado em 1995. Varvito é o nome utilizado pelos geólogos para denominar um tipo de rocha sedimentar única, formada pela sucessão repetitiva de lâminas ou camadas, cada uma delas depositada durante o intervalo de um ano.

Parque Varvito

Parque Varvito

Para Saber : O varvito de Itu é a mais importante exposição conhecida desse tipo de rocha na América do Sul.

Em termos geológicos, o varvito faz parte de um pacote de rochas sedimentares que contêm evidências de uma extensa idade glacial, há 280 milhões de anos, quando um enorme manto ou lençol de gelo cobriu a região sudeste da América do Sul.

Procure um novo destino e descubra algo diferente que o faça feliz.

Siga esta viagem ! Viajar é PRECISO. Até mais

Comidinha nordestina, aqui mesmo em Sampa

Se vc está com vontade de comer uma comidinha nordestina, vou indicar aqui o Restaurante Mocotó.

Hoje, levei minha mãe e minhas irmãs para conhecerem e saborearem uma comida típica nordestina, para lembrarmos o sabor da cozinha da nossa terra. Ai que delícia.

O Restaurante Mocotó, fica ali na Vila Medeiros. Se você pretende visitar o lugar, chegue cedo, para ficar na fila esperando, mas garanto, vale a pena. Como o lugar é pequeno e que ficou famoso por causa das matérias e também pelo chef de Cozinha Rodrigo Oliveira, um jovem que transformou o boteco do pai em uma cozinha conhecida e renomada.

Enquanto você estiver na fila aguardando seu lugar, indico saborear os petiscos que a casa oferece, como o queijo de coalho com melaço, bolinho de tapioca com queijo que não está no cardápio que é uma delicia. E para quem curte uma boa cachaça, peça a carta de cachaças e conheça alguma ali da região do nordeste. Peça indicação aos garçons e garçonetes que atendem bem com um sorriso simpático e animados.

Ah sim, o preço também é bom, come-se bem e paga-se em média R$ 50,00 por pessoa, mas com bebida e bastante comida. Eles servem a comida de acordo com sua fome, evitando desperdício.

Restaurante Mocotó

Restaurante Mocotó

Entrada do Restaurante (sempre cheio)

Entrada do Restaurante (sempre cheio)

 

Fique ali, proseando e curtindo o ambiente familiar e fazendo novos amigos. Divirtam-se e lembrando que o Brasil é grande, muito grande e que este aqui, é típico brasileiro, do jeito que eu gosto. Eu indico !

Até mais !

De volta …

Olá amigos seguidores do meu blog, estou de volta. Sim, desde o carnaval não escrevo nada. Mesmo assim, acompanhei o crescimento da audiência do blog e agradeço a todos os meus leitores.

Desde a nossa decepção em nossa viagem no carnaval, até Guararema, onde ficamos totalmente chateados e fomos lesados em acreditar em um site e atendimento via email da Pousada da Rosa nesta cidade, me deixou extremamente triste. Até hoje, estamos no aguardo de um final definitivo desta Pousada, para que nos pague o que foi dado de sinal, para ficar hospedado em um lugar que se diz pousada e na realidade é um clube aonde recebe quem passar por lá e quiser ficar tomando banho de piscina.

Uma tristeza, como até hoje, com o crescimento do turismo, não temos um órgão que possa ajudar os turistas e viajantes que procuram por bons lugares e apenas querem viajar em paz. Enfim, depois deste episódio que ainda vamos ter um ressarcimento aconteceram boas novidades.

Uma delas, foi o nascimento de minha sobrinha Bianca. Ela veio, com uma delicadeza e alegria, preencher o nosso coração de muita felicidade. Bianca, fez com que eu me lembrasse o quanto amo cada vez mais e muito mais cada sobrinho que tenho.

Hoje, Bianca, tem mais de 1 mês e ela vem trazendo tantas coisas belas como ela, como a matéria que será publicada HOJE, no Jornal do Carro do Jornal da tarde, sobre o nosso triciclo.

Ainda não tinha divulgado as mudanças do nosso triciclo, mas taí, para vocês verem, como os Zucconi são danadinhos e deram um up em nosso brinquedinho.

De fevereiro para maio, já fizemos algumas pequenas viagens. Rodamos até o final da nova obra do Rodoanel. Fomos até Igaratá. O Triciclo esteve em Serra Negra, com o Zé das Harley´s. Ficou em exposição no encontro de motos do Ases do Asfalto, aqui em Atibaia. Tenho que registrar que não gosto de encontro de motos, mas do Ases do Asfalto estava bem bacana e ainda teve um show legal do Sweet Memory.

E ainda, durante este tempo, acabou o Lost , minha série favorita e única que me prendeu por 6 anos e até mesmo, meu marido, se rendeu e assistiu comigo até o final. Me emocionei e ainda o Lost mostra que as viagens acontecem.

Ainda não posso deixar de registrar como sempre digo que “Viajar é Preciso” e de agora em diante , ainda mais, a estrada é nosso caminho seja de moto, carro ou de triciclo, estaremos rodando por aí e vou contando para vocês, daqui.

trijt

Grande abraço e bom fim de semana e depois me digam o que acharam da matéria no Jornal da Tarde! Boa Noite.

Saindo de Curitiba

Saímos de Curitiba, as 5h da manhã, como programado. No escuro fomos seguindo pelas luzes dos faróis e lanternas dos carros. Ainda bem que o clima estava bom, sem chuva e não estava frio como se esperava. Por que quando saímos de Gramado para Lages, a sensação de frio assustou um pouco.

No caminho de volta, mais pedágios pela Régis. Mais uma vez vou reclamar no asfalto quando estamos na subida da Régis, paga-se para moto de Curitiba até São Paulo 6 pedágios de R$ 0,55 (imagine quantos motociclistas não passam pela Régis ?) e não temos um recapiamento digno dos pedágios pagos. Por isso não curto muito viajar pela Régis, embora ela nos leve para destinos maravilhosos, como nesta viagem.

Graças a Deus, nossa viagem foi muito bacana. Aconteceu tudo que tinha sido planejado, mesmo não dando para visitar o Cânyon de Itaimbezinho, sabemos que o saldo foi positivo. Rimos muito, vimos lugares divinos como as adegas, as cidades históricas e charmosas que cativam logo na chegada, tomamos vinhos, fizemos boas refeições, tivemos a benção de ter dado tudo certo e nenhum problema aconteceu com ninguém, mas é claro que nosso amigo Luiz de harlleeeyyyyyy (como ele diz) deixou cair o capacete e veja só o que virou, risos. Imagine um cara de Harllleeeyyyy com o capacete remendado. Foi motivo de gargalhadas e mais divertimento na estrada.

Agradeço de coração a companhia de todos. Eu e o Lindo só podemos dizer que foi um passeio em harmonia, diversão, arte e sucesso esta viagem para o Sul. Foram 10 dias, aproximadamente 2600 km rodados e em torno de 16 pedágios pelas estradas da Régis, BR 116, entre outras. Foi bom demais.

Agora vamos ao Nordeste, organizações já começaram.

Até a próxima !

Passeio de Trem até Morretes

De Gramado até Lages foram quase 300 km. Saímos de Gramado com o tempo fechado. Com receio da chuva, todos saíram com suas capas de chuvas para aquecer e proteger da chuva. A sorte foi que o tempo melhorou rapidamente e antes mesmo de Lages já tinha um tempo quente e sem chuva. Ufa. Que sorte.

Chegando em Lages, ficamos mais uma vez no hotel que conhecíamos quando fomos para a Argentina, o Cattoni. Hotel simples, com quartos limpos e confortáveis. Além de ter um atendimento bacana. O recepcionista Maicon, que faz de tudo para atender da melhor forma possível, além de fazer as reservas, ajuda com a mala, me orientou para usar a internet. Realmente é bom ser bem recebido pelos lugares por onde passamos.

Além de ficarmos no hotel que já conhecemos, aproveitamos para jantar no lugar que fomos em janeiro de 2007, com a turma para o destino da Argentina. Um restaurante sem requinte mas com o dono atencioso, comidinha simples, sem luxo, massas, frango, salada, tudo para agradar. Mais uma vez fomos até a Cantina Cansian.

No dia seguinte, partimos cedo para Curitiba, para fazermos o passeio de Trem até Morretes. Impressionante como podem cobrar cinco pedágios de R$ 1,45 cada, para moto, em uma estrada com um asfalto cheio de costelas, remendado. Francamente, deveriam ter vergonha. Além da pista um pouco ruim, muitos caminhões, com uma pista única é díficil render para chegar ao destino. Até Curitiba foram 362 km.

Chegando em Curitiba, optamos mais uma vez, pois eu e o Lindo já conhecíamos o passeio de trem, ficar no Formula I. Pertinho da RodoFerroviária e com isso facilitaria e muito nosso deslocamento. Ficamos em um pequeno dilema, já que o Koji tinha que voltar até domingo, pois tinha compromisso. Tentamos embarcar as 3 motos e o triciclo, como fizemos da outra vez que embarcamos a moto e seguimos de Morretes para São Paulo. Só que desta vez não foi possível, o vagão de carga não comportaria todas as máquinas. Foi então, para acalmar o Koji que o Lindo deu a idéia de sairmos as 5h da manhã de Curitiba no domingo, para chegarmos o mais rápido possível em Atibaia, assim o Koji poderia chegar em tempo de seguir viagem ainda, com a família para Ribeirão Preto.

Na sexta fomos jantar no lugar indicado pelo Luiz que ele conheceu quando foi com o pessoal da Harley, o restaurante Madalosso. Diz o Luiz que o lugar serve mais de 5 mil refeições por dia, que até está no guiness. Não sabemos se é verdade, mas a comida estava boa. Mais uma vez massas e frango.

No sábado, logo cedo, seguimos para a Rodoferroviária para fazermos o passeio de Trem até Morretes. Foi uma delícia. Pelas fotos, perceberão como o trajeto é lindo. Cheio de hortências (flores que Heliana e Alice adoram), manacás, lírios dos brejos, além dos túneis (que ao passar trazia muita alegria a garotada, pela escuridão e brincadeiras durante a travessia).

A princípio a idéia era voltar de Morretes de trem, mas encontramos um guia doidinho, rs, o Léo, que nos ofereceu a volta de van, com ar e ainda com visita em Antonina e passaríamos pela Estrada da Graciosa, uma estradinha charmosa com muito verde e linda. Ele trocou nossas passagens de volta e topamos a idéia.

Almoçamos em Morretes. Se estivéssemos em Paranaguá, com certeza eu iria até a Casa do Barreado, estrelado pelo Guia 4 Rodas, saborear mais uma vez o barreado, mas como estávamos emMorretes e o Luiz já não tinha tido uma experiência muito boa do barreado em uma visita na cidade (detalhe, não é um restaurante que consta no guia e nem o conhecíamos). Fomos pela sugestão do guia, almoçar no Restaurante My House. Uma farta porção de camarões a milanesa, de bom tamanho, barreado, salada, bolinhos de peixe, pedaços de peixes fritos, hmmm almoçamos bem e fizemos um passeio rápido pela cidade para aguardar a hora do retorno da van.

Passamos por Antonina, uma cidade que eu já conheço, estive em 2001 e fiz rafting na época. Adoro cidades pequenas com charme de interior.

De Antonia seguimos direto pela Estrada da Graciosa, rumo ao centro de Curitiba. Todos queríam chegar logo, por que o sono já estava pegando forte. Chegando ao hotel, descansamos, comemos algo rápido no hotel e todos foram para seus quartos se preparar para estarem prontos as 5h, no domingo.

Indo para Gramado

Nesta quarta de manhã, seguimos para Gramado. Aproximadamente 110 km. Como de manhã de terça fizemos o passeio de Trem e depois vimos a Epopéia Italiana, apresentação teatral, com sombras, vídeo, teatro e luzes, em Bento, partimos meio dia para Gramado.

 

Nossa, como Gramado é linda. Ela é linda de manhã, tarde e noite. Já tinha passado por Gramado, mas agora com enfeites natalinos, ela tá mais bela ainda. Além do cheiro doce que tem no ar e nos deixa com a felicidade transbordando. Em cada passo que damos vemos decoração em diversos estilos e brilhos, muitos brilhos para alegrar e iluminar a todos. Ainda tem um concurso para a loja que enfeitar melhor a sua árvore de Natal, no corredor central das ruas de Gramado. Difícil de escolher, com tantas e cada uma com a decoração mais diferente e criativa da outra.

Não tínhamos como não fazer um passeio pelas ruas e ficar sem registrar tanta beleza.

Em Gramado, fomos muito bem atendidos, tanto na Pousada Nossa Casa, que foi uma das pousadas mais atenciosas, agradável, confortável e com um preço bom e barato que ficamos. Fomos muito bem recebidos e bem tratados, mesmo chegando com cara de cansaço e suor do calor da estrada. Faço questão em divulgar e indicar para vcs com muita tranquilidade.

Aconteceu ainda nesta noite, uma apresentação da dança típica para a terceira idade. Algo bem bacana, voltado para os idosos. Adorei.

Nesta noite, jantamos em um lugar divino, indicado pelo Tio Zé e Eliana, o Restaurante El Fuego. Atendimento bom e a qualidade são fantásticos. Salada, carnes de suas preferências, peixes, ou seja, o que vc gostar, lá vc com certeza encontrará, opa, rimou.

É isso, agora chegamos em Lages, depois de quase 300 km de estrada. Saímos com muita garoa e neblina de Gramado, mas durante a estrada, foi limpando e ainda paramos em Vacaria para achar uma chaparreira para ele, mas com certeza ele não vai comprar, risos.

De Lages, vamos nesta sexta para Curitiba para fazermos o famoso passeio de trem até Morretes, isso se o tempo ajudar. Continuem acompanhando e Seguindo esta viagem !

(não posso deixar de registrar minhas vibrações positivas e orações para as familias desabrigadas em tantas cidades deste país, além de São Paulo. Força e Fé)

 

Passeio de Maria Fumaça

De Bento Gonçalves até Carlos Costa, tem um divertido passeio de Maria Fumaça, com música, vinho, teatro e muita alegria. Até os meninos dançaram com as moças caracterizadas de italianas, para representar a história da cultura italiana. Muito legal. Tenho vídeo, colocarei em breve.

Nesta terça, enquanto organizávamos os passeios, hotel, soubemos do nascimento do netinho da Cida e Do Zé Magro. Ficamos muito felizes e já quero deixar meu carinho para eles e um cheirinho no pequeno. Saúde, muita harmonia e amor neste momento lindo de vcs. Parabéns.

Durante o percurso até Carlos Costa, temos as apresentações e no vagão tem até espaço para colocar as tacichas de vinho. Muito apropriado.

Bento Gonçalves

 

Bento Gonçalves, tem um clima tão gostoso que é impossível não gostar. Olha este verde das videiras. Não é mágico ? Mais encantador ainda foi a surpresa maravilhosa que tivemos quando paramos na Adega do Cândido. Além do atendimento exemplar, sem cobrar nada, o Rafael nos recebeu com muita atenção e respeito. E ainda, de repente o próprio Sr Cândido Valduga aparece e nos brindou com sua companhia e ouvimos alguma das suas histórias, que são incansáveis. Foi a melhor parte do passeio deste dia, para o Lindo que conheceu o Sr Luigi, que já faleceu e agora o outro irmão. Ele até pediu um autografo. Lindo, para quem não sabe adora vinhos. Com certeza, Sr Cândido é um senhor cativante.

Em sua adega, gostamos da uma Marselan, que até compramos uma garrafa de vinho desta uva, além de outras mais, para degustarmos no hotel e levarmos para casa.

Depois seguimos a Adega Miolo, que também foi uma atendimento muito bacana. Preços diferenciados para quem tomasse vinhos mais suaves aos mais secos. Agradou a todos. Os valores pagos eram revertidos em compras na loja e com isso, compramos um vinho Lote 43, que degustamos no final da noite, fazendo a famosa bagunçinha no hotel, como em outras viagens. A recepcionista Patrícia foi super prestativa e nos ajudou a montar a mesinha com pães, pate e queijo para saborearmos mais um vinho nesta cidade tão gostosa. 

Não posso deixar de registrar o saboroso, farto e apetitoso almoço que fizemos no Restaurante da Adega Valduga. Atendimento muito bom, diferente da ADEGA, com qualidade, conforto e servindo produtos de muita qualidade além de divinamente deliciosos. Galetos, massas, vitela, saladas, todos sendo bem servidos.

Que a vida seja sempre doce como o olhar do Sr Cândido e saborosa como os vinhos produzidos pela sua adega. Um brinde, a vida, a saúde, as viagens e aos amigos.

Saindo de Torres, ao chegar em Caxias do Sul, pegamos tanta chuva que não tinha uma parte do corpo que não estava molhada. Até tentamos ver o Canyon de Itaimbezinho, entrando na cidade de Cambará do Sul, mas a possibilidade de ver algo era em torno de 50%, então decidimos abortar a idéia e continuar tocando até Bento Gonçalves.

Posso dizer que foi um trajeto de muito preocupação, pois a tensão da chuva para chegarmos até lá, não foi tão fácil como queríamos. Até paramos em um posto, para dar um tempo na chuva, mesmo já estando bem molhados.

Com muita alegria, chegamos em Bento Gonçalves, quase no final da tarde e ficamos no primeiro hotel que nos apareceu  na frente, o Mont Blanc, que nos recebeu com muita atenção e conforto esperado depois de tanta chuva. Todos tomaram um bom banho quente e fomos em busca de um lugar para comer algo, por que a fome apertou. Claro que não foi o melhor lugar para se fazer uma boa alimentação, mas a cidade almoça cedo e fecha por volta das 15h a 16h e só abre depois das 18h, mas esperar por 2h sem comer nada, acredito que ninguém aguentaria.

Agora era acertar tudo para fazermos o tão esperado passeio pelos Vinhedos da Serra Gaúcha. Já conhecia, mas foi um prazer dobrado fazer novamente. Tentamos uma agência para levarmos para fazer o passeio, mas não foi tão fácil conseguir, pois não tinha nada pelas adegas que queríamos conhecer, pois não estão na “temporada”. Com sorte, conversando com os taxistas do centro, que foram bem bacanas, perguntamos de uma van ou carro maior para levarmos e conseguimos uma zafira que acomodou a todos e o motorista o Sr Moacir, uma simpatia e muito educado, ficou conosco o dia todo. Se quiserem o contato dele, eu tenho, escrevam para mim.

A primera adega que não poderia deixar de faltar, foi a Valduga. Vinhos divinos, mas pela segunda vez tenho que relatar que o atendimento e o valor que cobram para uma rápida visita, mal guiada por uma pessoa sem conhecimento notável em suas palavras. Decoração total. Pagamos R$ 20,00 para uma visita talvez de 20 minutos, para ganharmos uma taça Valduga que A MESMA serviu para degustar 4 tipos de vinhos, sem ao menos termos a delicadeza de um atendimento e cuidado em lavar nossas taças para a troca de vinhos. De maneira alguma estamos reclamando do valor e sim do descaso e falta de atenção. Uma pena. Após 3 anos, continuam tratando os turistas com muita pouca atenção, MESMO assim, tínhamos que fazer o brinde, da nossa primeira adega.

 

 

 

Saindo da Serra do Rio do Rastro, pegamos estrada rumo Torres, nosso ponto de apoio para amanhã cedo, irmos para Bento. Em Torres, foi uma tarde agradável. Chegamos por volta da 16h e conseguimos um hotel bacaninha, quase em frente ao mar e com um preço e atendimento legal. Claro que não lembro agora o nome, mas promeito mais uma vez completar estas informações para quando vcs vierem para cá, terem esta dica.

Todos rapidinho trocaram suas pesadas botas por chinelos e as calças compridas quentes e já suadas, pelas bermuda. Não tinha como não registrar o passeio tão confortável e gostoso dos meninos até o Restaurante que íriamos, o mesmo que fomos com o Mario quando estivemos aqui, em julho de 2006.

A noite em Torres, estava muito gostosa. Resolvemos passear pelo centrinho de comércio. Algumas apresentações costumeiras de muitas cidades.

Pessoas vestidas de manequins, peruanos tocando suas flautas de bambus, mas os papos e as brincadeiras durante este passeio foi bem divertida. Uma das fotos foi sensurada, rs.

Agora vamos todos dormir para chegar em Bento amanhã cedo. Serão mais ou menos 250 km, passando por Caxias do Sul. E ainda, queremos visitar o Canyon de Itaimbezinho. Olha como é lindo !!!

Continuem acompanhando notícias.

Serra do Rio do Rastro

Saindo e Tubarão, logo cedo no domingo, pegamos estrada para conhecer a Serra do Rio do Rastro. São um pouco mais de 60 km, seguindo em direção de Lauro Muller. Não temos palavras para descrever tamanha beleza. Natureza, linda, maravilhosa, ar puro, sensação de paz e tantos outros sentimentos passou pela minha cabeça enquanto subíamos. Um lugar com o dedo de Deus com certeza.

Além da beleza da serra, a vista que tínhamos das casas, tão bonitinhas parecendo casinhas de bonecas de tanto capricho que elas são cuidadas. O carinho na decoração das casinhas, com flores, árvores, tudo para deixar o mais charmoso possível. Pena que fiquei admirando tanto que acabei esquecendo de tirar mais fotos das mais belas. Sem contar o cheiro de terra e ar puro alimentando nossos pulmões. E o tempo ainda ajudou neste dia, sem chuva, só o clima fresco. A subida foi tão gostosa que não queria que terminasse. Vocês verão pelas fotos.

             

 

            

            

XT Guerreira. Ela é Demais.

 

 

  

  

Claro que não poderia faltar algum ato engraçado de nosso amigo Luiz que levou um tripé para tirar fotos. Até ele montar o tripé … risos, já estávamos chegando no topo da serra. Mesmo assim, ele tirou a foto do grupo e ficou bonita. Nâo acham ?

 

  

Terminano de subir a Serra do Rio do Rastro, não conseguimos enxergá-la por inteiro, por que a cerração tomou conta da visão, mas o lugar é divino. Para aquecer um pouco da sensação de frio, lá do topo, de um excelente café, estilo da montanha. Atendimento bom, bebidas feitas no capricho, ambiente familiar com clima de serra. Imperdível. No momento estou sem o cartão, mas quando voltar a escrever, prometo completar esta informação. Para não errar, é o único MAIS bonito do lugar. Não tem como errar. A proprietária é uma simpática e atenciosa senhora que faz lindos artesanatos de um qualidade fantástica. Comprei uma ovelhinha tão linda. Coloco foto depois. Impossível sair sem nada dali, com tantas coisas encantadoras.

Agora vamos para Torres, para dormir lá seguir amanhã (segunda), para Bento Gonçalves. Vamos rodar uns 140 km, com um calor gostosinho. Oba!

Rumo ao Sul

Ah viajar … Estamos de novo na estrada. Saímos no primeiro dia do ano, novamente. Que delicia. Estrada tranquila, mas, como sempre, um pouco de chuva para banhar as nossas almas e limpar os pensamentos, rs.

Nosso ponto de encontro, mais uma vez foi no Frango Assado. Chegamos as 6h30 para tomar café e quem disse que o Frango Assado que abre 24 horas estava aberto, não, só abriria suas portas às 7h. Resolvemos esperar, enquanto todos chegavam e íamos preparando para rodar um pouco mais de 700 km para chegar em Blumenau. 

Foi uma alegria só, antes de sair para rodar, tivemos a companhia da familia Adati e Cida e Zé Magro para desejar boa viagem. Ficamos muitos felizes e esperando que possam nos acompanhar em uma próxima viagem.

 
   
 

 

amigos na hora da partida 

amigos na hora da partida

 

 

 

Desta vez, teremos a companhia de nosso amigo Koji e o casal Tio Zé e Eliana, com seu triciclo, além é claro da companhia que não pode faltar o Luiz, Perdidão,rs. Felizes com a presença deles e não posso deixar de dizer que estamos tristes com a falta que nosso amigo Mário está fazendo. Desta vez ele não pode vir, mas em muitos momentos, quase todos, ele é lembrado. E outro casal de amigos, Zé Magro e Cida, não puderam vir, pois seu primeiro Netinho está chegando, mas não faltarão oportunidades para estes amigos estarem conosco em tantas outras viagens que virão. 
pegando chuvaComo disse, não podia faltar a famosa chuvinha no primeiro dia. Pegamos garoa até chegar Curitiba e depois foi melhorando o tempo. A sensação de frio era maior que o volume da chuva. Soubemos pelo caminho dos dilúvios no Rio de Janeiro e interior de São Paulo, até mesmo Guararema e São Luiz do Pairitinga que conhecemos ficaram alagados. Uma tristeza. Com certeza, Deus ajudará a todos.

pegando chuva

 

Seguindo a viagem, com a chuvinha gelada, fomos rumo a Blumenau. Chegando la, por volta das 18h, fomos direto ao Ibis para se hospedar. A recepcionista olha para nós e diz que só tinha quartos para fumantes. Imagina ficar em quarto para fumantes e íamos embora procurar outro hotel e a mesma recepcionista “lembrou” que tinha 4 quartos no primeiro andar. Acho que pensaram que somos bobos, ainda vou mandar um email para a rede accor reclamando deste atendimento.

Blumenau
Blumenau

blumenau, a noite

blumenau, a noite

procurando um lugar para jantar

procurando um lugar para jantar

Já sabíamos que é difícil achar algum lugar aberto no dia primeiro do ano, mas a cidade deserta como estava, foi surpresa. Só tinha turistas. Acabamos achando uma churrascaria meio choperia, que ainda bem, tinha uma porção um pouco de tudo, rs, que satisfez a turma. Tomamos um chopinho gelado, rimos, conversamos, tiramos sarro de tudo e todos na estrada e enfim, voltamos o hotel, para descansar um pouco e no dia seguinte, rumo a Tubarão.

Acordamos por volta das 9h e tomamos um café com calma e demos uma rápida passeada pela cidade. Uma calma agradável, ainda deu tempo de rever o museu da cerveja. Um dia lindo de sol. Aqueceu nossa viagem e logo pegamos estrada novamente, rumo a Tubarão.

       

Agora, no segundo dia de viagem, estamos em Tubarão. Pegamos transito chato e cansativo. Claro né, pertinho do litoral e todo mundo querendo chegar às praias para pegar um bronzeado.

A paisagem é muito linda. Que cor de mar, um azul divino. Se não fosse o transito, quem sabe daria para parar um pouco e comer um camarãozinho, mas quem ia arriscar a voltar mais tarde e pegar mais congestionamento.

Desta vez na estrada, mais uma vez, nosso amigo Luiz passou por um momento engraçado. Quando fomos ao Chile, ele foi perseguido por um cão, desta vez uma moto 125 ficou no pé dele, ou melhor, na roda, rs, o cara literalmente grudou e o acompanhou por uns 3 km mais ou menos. Uma pena que não estava com a máquina na mão para registrar este momento. Uma pena MESMO. Faltou a foto na estrada, mas não pude deixar de registrar ele fazendo propaganda da Pizzaria de Atibaia, em Blumenau, risos.

garoto propaganda

garoto propaganda

Em Tubarão, estamos no Art hotel. Um hotel novo, bom atendimento, limpo. Fomos comer um peixinho na Churrascaria do Caçula, que a comidinha é boa, mas que atendimento meia boca do caixa. O garçom Rafael é rápido e atencioso, mas para fazer a conta, fez errado e tentamos avisar que estavam cobrando a menos e não entendia e enrolavam cada vez mais, além de estarem sem paciência. Acho que o Senac tem que fazer uma campanha pela cidade de Atibaia e algumas outras para melhorarem o atendimento hoteleiro e de restaurante.

Mesmo assim nada disso nos deixa triste, viajar é uma sensação de paz, liberdade e é tão gostoso que não dá vontade de parar, só pegar estrada e curtir o vento batendo na gente.

É isso, vou dormir (e sonhar com nosso triciclo que na volta, queremos rodar com ele), para acordar cedo, vamos pegar a Serra do Rio do Rastro. Dizem que é LINDA !!!

serra do rio do rastro

Lembrando que este roteiro o objetivo principal e degustar bons vinhos em Bento Gonçalves.

(não reparem na formatação, pois estou fora de sampa e também o micro do hotel é meio lentinho para baixar as fotos)

Presente de Natal

Amigos leitores, quero apresentar para vocês o mais novo brinquedinho que adquirimos neste Natal.

    

Esta bela máquina, foi projetada, idealizada, criada e confeccionada pelo Zucconi Moto Design, aqui de Atibaia.

Zé das Harleys, como é conhecido, pensou, projetou e mostrou no computador a idéia principal e logo surgiram diversos fãs de sua criação. Um deles fomos nós, que de imediato ficamos apaixonados.

Não tínhamos nada programado para a compra de um triciclo, mas este nos pegou de surpresa. Uma beleza de projeto e ainda feito por uma Família que trabalha unida.

        

Além de ter o prazer de conhecer esta família, agora somos amigos, temos o prazer de ter o NÚMERO 1, de uma série de triciclos que virão da criatividade do Zé das Harleys. Um cara autoditada, com sabedoria para dar e vender que aos poucos está passando este conhecimento para seus filhos Thiago (O chefe) e Rodrigo (faz tudo, rs).

Eu só posso dizer que saber falar é fácil, agora fazer … taí, feito. Bonito né ?

Eu e o Lindo estamos felizes e curtindo muito, além de loucos para pegar estrada. Logo conto qual será o primeiro destino e com certeza, lerão aqui todo o roteiro.

Aos amigos de 2009, seguidores do meu blog, meu muito obrigada pela audiência, que não foi pouca, conto com vocês em 2010 e vamos à luta, com muita saúde, harmonia, paz, sabedoria e trabalho para todos nós.

Força e Fé, até 2010. Um brinde à vida e a novas amizades e novos destinos.

Obrigada Família Zucconi.

Siga esta viagem!

Quem já me conhece já sabe o quanto eu gosto de viajar. Independente de como ir ou vir, mas só o simples fato de sair e conhecer destinos novos. Conversar com a população local; vivenciar um pouco cada lugar; experimentar os pratos típicos; ouvir a música do lugar e se emocionar com cada paisagem que eu passo, seja no frio ou calor. É divino.

 

Quando eu digo que viajar é preciso, não estou exagerando. Sair por aí, conhecer tudo e mais um pouco, seja perto ou longe, com praia ou com construções históricas. Não importa. Basta viver o prazer de viajar. Desvendar novos lugares.

 

Foi assim, que conhecemos o Dona Pimenta, em Vinhedo, aqui mesmo pertinho de São Paulo. Talvez já tenha comentando deste lugar tão simples, por que já estive lá uma vez e sempre quis retornar. E foi assim, neste último domingo, retornamos com nosso grupo de amigos de estradas.

 

Não sei se foi pelo clima harmonioso; o ambiente familiar, o atendimento; o capricho da comida; a presença de bons amigos à mesa; o cenário no meio daquele verde, com flores, árvores e uma garota com uma alegria de viver tão visível em seu olhar, a Larissa. Ela cativou a todos, com tanta simpatia e carisma.

 

  

       

Se forem ao Dona Pimenta, pergunte por ela e saberá como é bom estar ali e viver um ambiente em paz e harmonia, com tudo isso que relatei. Também, pelas fotos que não pude deixar de tirar. Me contem depois se gostaram.

 

Não quero transformar meu relato em sensacionalismo, mas posso dizer que a presença de Deus, está em cada momento que vivemos e algumas vezes não percebemos, mas ali, não tinha como não notar. Obrigada Larissa, por nos trazer tanta alegria e diversão, com seu olhar tão meigo. Com certeza, nosso último passeio em grupo, deste ano, fechou com chave de ouro.

 

Aos amigos de estrada, meu agradecimento especial por tantos passeios aos domingos, com muito sol, chovendo ou não (risos). Continuaremos rodando e descobrindo novos destinos em grupo, sozinhos, sempre fazendo a vida valer à pena.

 

 

 

Rumo ao Sul. Tché. Siga esta viagem!

Afinal o que é o COP 15 ?

Se você ainda não sabe, tá na hora de se informar. Quer uma dica ? O site do Planeta Sustentável. Lá você saberá como surgiu, o que acontecerá e até mesmo o que está acontecendo dia a dia, já que eles estarão acompanhando uma comitiva de grandes empresas importantes no Brasil, com o Sabesp, CPFL, entre outros.

 

Leia abaixo, o texto retirado do site, mas não deixem de acompanhar sempre, no portal do Planeta :

Planeta Sustentável de olho na COP-15

Delegações de 192 países, ONGs, empresários e jornalistas de todo o mundo encontram-se em Copenhague a partir de segunda-feira, 7 de dezembro, para o evento mais esperado do ano: a COP-15 - 15ª Conferência das Partes da UNFCCC - Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas.

Serão duas semanas de discussões intensas - primeiro, entre os diplomatas e, depois, também envolvendo ministros e chefes de Estado - para chegarmos a um acordo comum sobre o que tem sido chamado de “maior desafio que a humanidade já enfrentou até hoje”, o aquecimento global.

E o Planeta Sustentável já está na Dinamarca para acompanhar, de perto, a movimentação anterior ao evento - já estão sendo realizadas algumas manifestações - e, depois, as negociações entre os países, que definirão o ritmo com que a economia de baixo carbono será implementada no mundo e, em última instância, a própria garantia da sobrevivência humana.

Apesar de as mudanças climáticas serem um problema que, mais cedo ou mais tarde, atingirá a todos os seres do planeta, as discussões políticas em Copenhague não serão nada simples e o consenso entre os líderes vem sendo considerado quase uma utopia. A princípio, são poucos os que estão dispostos a:
- mudar seu modelo de desenvolvimento econômico;
- cortar emissões de carbono e
- transferir recursos financeiros e tecnológicos para que os países em desenvolvimento consigam desviar a curva de crescimento de suas emissões e, ao mesmo tempo, se adaptar às consequências climáticas que já se tornaram inevitáveis e vão atingir, principalmente, as nações mais pobres.

No entanto, dar a conferência como perdida, antes mesmo de ela começar, é decretar o seu fracasso precocemente. Até o último dia da COP-15, o papel de cada cidadão do mundo é ter esperanças, torcer para que seja fechado um acordo eficiente entre os negociadores e pressionar seus líderes políticos de todas as maneiras que puder.

Por isso, o Planeta Sustentável também estará de olho nos diversos eventos paralelos que acontecerão nessas duas semanas - só na agenda oficial da UNFCCC são mais de 20 por dia! - e que têm um grande poder de influência sobre o resultado final da conferência.

No site do Planeta Sustentável, neste link http://planetasustentavel.abril.com.br/cop15/cop15.shtml você vai encontrar, todos os dias, textos, fotos e vídeos que mostram, direto de Copenhague, o clima das discussões da COP-15. Acompanhe também via twitter, alguns dos momentos mais relevantes e surpreendentes que não vão escapar dos olhos do mundo - e nem dos nossos.

Onde você quer dormir ?

Você pode viajar a negócios ou a lazer, com a família ou sozinho, sempre terá uma acomodação para seu gosto e bolso.

Quando organizamos nossas viagens, participando de pacotes turísticos ou não, lembramos que tudo começou em 1841, com Thomas Cook, organizando as primeiras viagens.

Um vendedor de bíblias andara 15 milhas para um encontro de uma liga contra o alcoolismo em Leicester. Para outro encontro, em Loughborough, ocorreu-lhe a idéia de alugar um trem para levar outros colegas. Juntou 570 pessoas, comprou e revendeu os bilhetes, configurando a primeira viagem agenciada. Em 1846, realizou uma viagem similar de Londres para Glasgow com 800 pessoas, utilizando os serviços de guias turísticos. As inovações de Cook marcaram a entrada do turismo na era industrial, no aspecto comercial.

Com isso, podemos imaginar o crescimento do turismo, surgindo cartões de crédito, bons restaurantes, descobrindo cidades turísticas e então a busca por meios de hospedagens.

Antes achar um lugar para dormir era uma aventura, mas atualmente escolher um estabelecimento hoteleiro no meio de tantas opções eu digo que é uma tarefa difícil, ainda mais para quem gosta de viajar e dormir bem, em um lugar confortável com uma estrutura apropriada para receber você, sua família, com ou sem filhos.

Se não for a lazer, educativo ou a negócios, as entidades hoteleiras (devem ter os princípios de recepcionar, hospedar, alimentar e entreter) podem assumir diversas formas ou denominações e, tais como hotéis, pousadas, flats, spas, motéis, dormitórios, hospedarias e albergues, dentre outras:

Hotel : oferece aposentos com banheiro privativo, incluindo serviço completo;

Motel : com estrutura de hotel, tendo alimentação e normalmente situado às margens das rodovias;

Pousada : algumas estão em prédios históricos, outras em residências tendo seu atendimento caseiro e familiar. Eu, honestamente, adoro me hospedar em uma pousada que atende com um ar de “estou em casa”.

Albergue : tem serviço parcial de alimentação e existe uma associação interessante que elaborou um guia com os melhores do mundo, a HOSTELLING INTERNATIONAL. Tem mais informações no site http://www.albergues.com.br/

Resorts : Localizado em cidades praianas e área verde, com grande estrutura de lazer.

Camping :  uma área aberta, que você coloca sua barraca de acampamento e paga pelo espaço que ocupar. Tem banheiros coletivos.

Hotel-fazenda: ainda com estrutura de hotel, normalmente em uma fazenda ainda produtiva que propõe ao hóspede uma vivencia com a área rural.

Hospedaria: Se levar em conta ao pé da letra, as hospedarias são locais que alugam quartos com quartos coletivos, mas como muitos hóspedes tradicionais e até mesmo que buscam mais conforto, não são adeptos a compartilhar banheiros (é o meu caso). Se você viajar até Itapira - SP, conhecerá a Hospedaria Águas Claras que utilizou a Casa sede de sua fazenda Ambiental para receber, mantendo as atividades rurais e proporcionando ao hóspede a participação em suas tarefas, só que além de estar na denominação Hospedagem Rural, ocupa também a de Hospedaria, pois contém os dois casos em um mesmo lugar.

Eco-Hotel : Em lugares áreas verdes devidamente protegidas, interagindo o hóspede com a natureza.

Estância : Algumas mansões antigas com grandes áreas de lazer, abriram suas portas para receber hospedes, não deixando de ser também, um hotel.

Spas : com estrutura de hotel, só que se destina ao relaxamento e propósitos de saúde de seus hóspedes, com áreas de lazer, com equipamentos de ginástica, alimentação saudável e tratamentos específicos para cada hóspede.

Convento - Alguns conventos antigos foram restaurados mantendo sua característica para receber os hospedes com a estrutura luxuosa. Veja o caso do Convento do Carmo, em Salvador.

Pensões: alugam quartos e normalmente seus banheiros são coletivos.

Hotel Escola : Neste meio de hospedagem não podemos deixar de citar os excelentes hotéis escolas do SENAC, excelência em atendimento e em educação profissionalizante.

Flat e Apart Hotel : com estrutura de hotel, mas equipado com cozinha, para uma permanência maior e para receber uma família, com estrutura de uma casa.

Quando eu estive em Mendoza, na Argentina e também, em Santiago no Chile, ficamos em apart hotel e gostamos muito. Pudemos comprar frutas, bebidas e alimentos e utilizar a copa, que facilitou para nós que tínhamos que percorrer um roteiro extenso.

Mesmo com tantos tipos de hospedagem confesso que quando estou viajando, adoro me hospedar em hotéis, só que quando chego a casa e deito em minha cama, lembro da Doroty quando diz no filme “Mágico de Oz”,não há lugar melhor do que nossa própria casa, ou diria, cama. Bons sonos.

Referências :

Introdução à Economia do Turismo - Ednilson José Arendit - Editora Alínea

Glossário Técnico - Elenara Viera de Viera / Índio Cândido - Educs

Meios de Hospedagem - Mariana Aldrigui - Editora Aleph

Esperando a chuva cair

Preciso confessar que adoro chuva. Adoro ouvir as gotas caindo na janela e ver o quanto aumenta a cor do verde de nossas primaveras. E ainda, como é maravilhoso poder aproveitar um domingo de chuva para ler, estudar, ver um filme, tirar um cochilo, ouvir um cd e aproveitar o dia curtindo tudo que durante a semana é quase impossível.

Não estou me referindo as chuvas que alagam e deixam todos desalojados e sim, aquelas que vem para refrescar e alegrar a terra, tirando o calor que nos sufoca.

Claro que gosto de passear de moto e até mesmo pegar chuva quando estamos passeando em dias de calor. É refrescante, mas ouvir a chuva caindo lá fora, como agora é divino. Tenho que agradecer a São Pedro, por ter proporcionado um domingo com este brinde a natureza que encheu meus olhos com um verde sem igual. Não ficou lindo ?

   

Boa semana, serena e feliz para todos.

Na próxima semana, chegam aos pontos de venda dois grandes lançamentos da Editora Abril, que prometem fazer sucesso entre os leitores. Com alto valor agregado, em edições premium de capa dura, Guia Quatro Rodas Maravilhas Brasileiras e Grandes Imagens National Geographic são ótimas opções de presente para o fim do ano e para outras datas especiais.

Guia Quatro Rodas Maravilhas Brasileiras
As principais paisagens naturais do Brasil em mais de 190 fotos de Araquém Alcântara, um dos precursores da fotografia de natureza no país e um dos mais importantes fotógrafos da atualidade. Da floresta amazônica aos cânions gaúchos, o livro retrata a fauna e a flora brasileiras em imagens incríveis.

Editora: Abril
Distribuição: GSP, GRJ + 60 praças
Materiais para PDV: displays de balcão
Preço: R$ 99,90

Grandes Imagens National Geographic
Em mais de 500 páginas, publicação reúne conteúdo do acervo de National Geographic, com imagens marcantes do final do século 19 até a atualidade, formando uma galeria emocionante e inovadora, que se tornou a marca e a base do fascínio mundial exercido por National Geographic.

Editora: Abril
Distribuição: GSP, GRJ + 46 praças
Materiais para PDV: displays de balcão
Preço: R$ 119,90 

Fonte : Dinap - Editora Abril S/A

3 x 3 (trimoto) Paraíbuna

Hoje, mais uma vez reunimos um grupinho para um passeio de moto: 3 x 3 por que fomos em três motos e três triciclos. O tempo estava com uma carinha de chuva, mas mesmo assim, não assustou a gente. Fomos conhecer o Restaurante Comadre, na Tamoios.

O passeio como sempre, graças a Deus, foi maravilhoso, mas tenho minhas considerações: pagamos pedágio na Rodovia Pedro I, tudo bem, não sou contra, mas o asfalto não é dos melhores heim … bem que poderia ser igual da Rodovia Castelo Branco, que é BEM MELHOR.

Até chegar no Frango Assado da Carvalho Pinto, são quase 100 km de pequenos solavancos por causa das “costelinhas do asfalto”. Eu acho que dá para melhorar e muito ali.

Encontramos mais dois companheiros do grupo Nabor e Fábio por lá e fomos pela Tamoios (outra estrada BEM PIOR, mas MUITO pior que a D Pedro I, é claro), até chegar em Paraíbuna. É pertinho, no máximo 40 minutos até chegar ao conhecido Comadre.

Este restaurante deixou muito a desejar, eles cobram R$ 29,00 por pessoa e nem aceitam cartão de crédito, nem débito. Vc entra no restaurante tem tantas placas de não pode isso e não pode aquilo que assusta. A comida é boa, mas não é esta maravilha não … já pagamos bem menos e comemos bem melhor em lugares mais simples e agradável.

Mas todos concordaram que o lugar é bonito mesmo, poderão notar pelas fotos. A quantidade de pássaros, bichos, tem até avestruzes, que tem no local faz dele um atrativo gostoso para um domingão. E ainda, a sorte estava do nosso lado, não pegamos chuva. Eba.

  

Procure o Bem te vi

Procure o Beija-Flor

 
 

achou o bem te vi ?

achou o beija-flor?

Se quiser ainda, pode rodar mais uns 40 km e já está na praia, podendo pegar uma onda e voltar pra casa com a alma lavada. Não fizemos isso, mas como de costume, reunir nosso grupo de amigos tão bacanas, companheiros, divertidos que tem afinidades e o mesmo desejo em comum : passear de motos, descansar a cabeça das preocupações e sair da rotina, sem competições de nada, apenas com o intuito de curtir o passeio e se divertir com amigos. Isso é bom demais, sô. Quero mais, vamos nessa ?

Na terra do lobisomem

Hoje, com o horário de verão de volta, o grupo se reuniu mais tarde e o passeio foi por aqui pertinho. Seguimos mais uma vez rumo a Joanópolis, a terra do Lobisomem. Só sei que não vimos o bicho por lá, mas que o sol e o passeio foi bom, ah isso foi.

Muitas risadas, comidinha boa do Restaurante Caipirão e uma vista maravilhosa no caminho.

Estavámos hoje com um triciclo a mais, o do Rosolen que também faz parte do nosso Grupo de Amigos Tribaia, do by cristo, vermelho e branco. Vejam as fotos e poderão notar que o clima estava super agradável.

Sr Mario, como sempre alegrou a todos que passavam na rua com os sons de sua buzina. A garotada ria e se divertia com os barulhinhos.

 

       

 

Boa semana a todos e até o próximo passeio.

Salão Duas Rodas

Um passeio, talvez, imperdível de todos os motociclistas é visitar o Salão Duas Rodas. Realmente é uma aventura sobre duas rodas, chegar até o estacionamento do evento. São tantos carros, motos e visitantes que imagino que deve valer muito a pena pagar R$ 25,00 para visitar e ainda tem o estacionamento que custa R$ 15,00, moto e R$ 25,00, carro.

Estive lá, gostei e fiquei admirada com a organização. O local estava muito limpo, banheiros decentes e bons locais para comer um lanche ou até mesmo almoçar.

Mais é claro, o objetivo principal eram as motos. Embora tinham diversos stands de bicicletas, com designers e modelos tão loucos e caros, é claro, o que me chamou a atenção, foram as bikes antigas, restauradas. Um pequena exposição que para quem viveu a década de 60, 70 e 80, gostou pra valer.

Mas o grande sucesso do Salão vai para o stand da Yamaha que arrebentou em visitas. Além de ter feito uma bela demonstração das suas novas máquinas, a música, beleza e atendimento do stand foi o melhor. O Lindo, parecia criança pequena vendo muitos doces. Ele conseguiu subir e experimentar quase todas as motos e o sorrisão era de pura felicidade. Belas máquinas e um passeio cansativo mas ver o desempenho das marcas em divulgar seus produtos é algo surpreendente. Parabéns aos expositores e ao organizador.   

   

   

   

Cineturismo

Recebi nesta semana, mais um livrinho da coleção ABC do Turismo, da Editora Aleph. Aliás, não posso deixar de comentar, que a Aleph, tem diversos livros com temas bem interessantes, que é o caso deste do autor Flavio Martins e Nascimento. 

Cineturismo tem tudo a ver com os tempos modernos. Este título já me faz de lembrar de imediato o filme “Código da Vinci”, com o talentoso Tom Hanks. Logo quando o livro foi lançado, os turistas queriam loucamente conhecer as locações dos filmes famosos.

Lincoln Cathedral, onde se passou parte da rodagem deste filme, os visitantes aumentaram 26%. Já a Capela Rosslyn registou uma subida de 33%, após as filmagens. E ainda tem um dos record de bilheterias “Harry Potter”. O castelo de Alnwick, que surge no filme, como Hogwarts, a escola de feitiçaria, têm rendido ao Reino Unido cerca de 2,6 milhões de libras por ano (3,8 milhões de euros), de acordo com um estudo citado pelo jornal britânico, The Guardian. 

Mudando de ambiente agora para o cenário brasileiro, me colocando como uma cine-espectadora, quando assisti ao filme Deus é Brasileiro, com interpretação gloriosa de Antonio Fagundes fiquei curiosa em conhecer todas aquelas praias e ver de perto aquele azul e a areia tão fofa, que aparecem no filme. Muitas delas no Jalapão, em Tocantins, não fui até lá ainda, mas amigos já me alertaram, é impossível não se apaixonar. Vejam só :

As empresas de turismo aproveitam o filão dos cenários que aparecem nos filmes para lançar excursões que levam os turistas para conhecer esses lugares. 

Milhares de pessoas procuram os novos roteiros turísticos, que incluem locais, edifícios ou monumentos onde foram filmados filmes ou séries famosas de televisão. 

Um dos roteiros famosos e mais vendidos até hoje é a Rota 66. Muitos (como euzinha), querem rodar de HD pelo cenário de filmes como “Easy Rider”, do maravilhoso “Bagdá Café”. A estrada é berço do primeiro Motel e do primeiro McDonald’s do mundo. (Fonte: Livro “Route 66 - Rota da aventura de Sergio Motta”.

Uma das atrações as margens da rodovia é o Cadillac Ranch (Fazenda do Cadillac). Visitem o site da rota 66 e saibam mais. 

Sobre o Livro Cineturismo, procure pelo site da Editora Aleph, lembrando que nele não trás fotos e sim, o estudo sobre este tema.

Tuiutí é logo ali

A decisão do destino do nosso passeio de hoje foi rapidinho, de uma ligação as 09h do Sr Mário, de repente, 10h30 já estavámos no Posto Texaco, onde o café é melhor e mais sossegado. Vc abastece e ainda ganha um suco ou um café, risos. Claro que isso não é o motivo, mas ficou engraçada a foto, com o grupo embaixo da propaganda da promoção.

Escolhemos Tuiutí, pela indicação do nosso amigo Koji, que descobriu que lá tinha um peixinho gostoso. Ele estava certo. Diversas porções de tilápia, camarão, lula a doré, com preços acessíveis, agradando a todos.

Tuiutí, está a 51 km de distância de Atibaia. Para chegar até lá, passamos por dentro de Bragança Paulista. Depois é só seguir as placas, muito fácil.

No caminho para o restaurante “Ponto do Peixe”, a paisagem rural agradou a todos. Diversas plantações de pés de couves-flores e um céu azul, colorindo ainda mais este dia de sol e diversão.

     

Não posso deixar de comentar a diversão que é, andar com os amigos de triciclo, por onde passamos não tem jeito, eles são os centros da atenção. Em Tuiutí, na praça, a garotada se diverte, ainda mais com os sons engraçados da buzina do triciclo do Sr Mário.

Na porta do restaurante não foi diferente. Alguns querem tirar fotos e ficam admirando e querendo saber mais sobre este veículo.

 

O final do passeio, foi brindado com um sorvete de massa, vendido na casa de uma senhora bem simples e simpática, na pracinha da cidade. Sentamos por lá, degustamos os sorvetes e ficamos por ali, sentindo a tranquilidade da cidade. Papeamos bastante, rimos e seguimos rumo de casa.

Os passeios de moto, triciclo ou carro que fazemos em grupo, tem único e exclusivo objetivo de estar com os amigos. Divertimento, descontração, bate papo, tudo isso para deixar de lado o cansaço da semana e é sempre muito bom revê-los e tirar muito sarro de todas as piadas.

Viajar de moto é liberdade: de escolha e descobertas. 

Faça a sua viagem e descubra novos destinos.

“Feliz daquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina - Cora Coralina” (minha homenagem a esta escritora especialmente encantadora)

Na terra do “uai”

Ah adoro Minas Gerais. Se vc ainda não conhece as cidades históricas precisa urgentemente agendar um passeio pelas cidades de São João Del Rei, Tiradentes, Mariana, nossa, tudo maravilhoso, com construções belíssimas e sem contar a culinária que é perfeita.

Se o tempo é curto, só tem um domingo, como foi nosso caso hoje, vá até Córrego do Bom Jesus, ou Cambuí, em Minas pertinho aqui de Atibaia, 93km, tem um restaurante (melhor bar, com cara de botecão de esquina, rs), que serve um Leitão a pururuca maravilhoso. Olha até mesmo quem não come quase nada, como nossa amiga Heliana, não resistiu e caiu na tentação do leitãozinho. rs.

Pertinho daqui, quase 93km e com uma estrada muito bonita, embora seguimos pela Rodovia Fernão Dias e temos que pegar ainda um asfalto cheio de costelas, mas da para enfrentar tranquilamente, lembrando que temos 2 pedágios de ida e volta, pagando-se no total R$ 2,20, por moto, no caso dos triciclos, igual a moto paga-se R$ 4,40.

Viajar de moto é uma sensação de liberdade. O vento batendo nas roupas, abre-se a viseira e sente-se aquele ar tomando conta de vc e o sentimento de que viajar sempre será preciso. Viagem é um símbolo eterno de descontração, harmonia, amizade, troca de informações, experiências e todo o tipo de etnia e ainda, sensações.

 

Hoje mesmo, mais uma vez conversando com o Sr Sebastião, dono do bar-boteco Último Gole que serve o leitão caprichado, com um atendimento maravilhoso, falamos de uma cachaça tão sem expressão a Amélia e ele nos presenteia na hora com duas garragas, é ou não é para ter orgulho do jeito de bem receber do povo brasileiro ? Nâo estou falando por que não pagamos por que o valor era irrisório mas pelo gesto meigo e simpático do dono deste bar que já nos recebeu algumas vezes. Se vc quer comer bem, ser bem atendimento (algo que tem sido difícil hoje em dia) procure por eles : Último Gole - Fone - 35-34321218. Estávamos em 4 triciclos, 6 motos: dezessete pessoas felizes pelo simples fato de estar na estrada e curtir a companhia e a estrada de mais uma viagem do nosso grupo de amigos de Atibaia: Tribaia.

  

 

Boa semana, mas lembrem-se o importante é ter o coração tranquilo.

Passe Gourmet: novo GUIA QUATRO RODAS traz descontos em

restaurantes estrelados de São Paulo e Rio

Guia Brasil 2010, a principal marca do GUIA QUATRO RODAS, chega às bancas em 25 de setembro com o cupom Passe Gourmet, que dará descontos em 50 restaurantes; seleções de Comes & Bebes e de Bares Gourmets são as outras novidades na seção de gastronomia

   

Ao comprar o Guia Brasil 2010, nas bancas a partir de 25 de setembro, os leitores ganham o Passe Gourmet, um cupom que dará descontos em 50 bons restaurantes nos maiores polos gastronômicos do país - São Paulo e Rio de Janeiro. Com ele nas mãos, basta comparecer a uma das casas participantes para ter direito a cortesias como um vinho, um prato especial ou um abatimento na conta. No carioca Quadrifoglio, por exemplo, a regalia será uma sobremesa grátis. No paulistano Templo da Carne Marcos Bassi, o cliente-leitor tem 30% de desconto no prato e leva o DVD A Magia do Churrasco. 

Cada restaurante participante da promoção Passe Gourmet (veja lista abaixo) teve liberdade para escolher que tipo de privilégio seria repassado aos leitores. A lista com as promoções e cortesias das casas participantes estará no site passegourmet.com.br em 21 de setembro, uma semana antes da publicação chegar às bancas. 

A iniciativa faz parte de uma série de novidades da editoria de restaurantes do Guia Brasil 2010, a 45ª edição da principal marca do GUIA QUATRO RODAS. A equipe de jornalistas do Guia Brasil criou listas de Comes & Bebes em cidades de grande apelo turístico como Rio de Janeiro, Salvador, Florianópolis e Gramado. Nelas, estão listados cafés, barracas, confeitarias, lanchonetes, temakerias, padarias e outros lugares conhecidos por venderem receitas práticas, rápidas, econômicas e saborosas para beliscar durante o dia ou, mesmo, matar a fome.

“Queremos aproximar o Guia Brasil do leitor com sugestões além-restaurante, também testadas por nossos repórteres”, diz Ricardo Castanho, editor de restaurantes do GB. Em São Paulo e no Rio de Janeiro, as listas de indicações gastronômicas carimbadas pela equipe ganharam o reforço dos chamados Bares Gourmets. Cada vez mais preocupados com ingredientes e receitas de primeira, esses lugares servem refeições tão boas quanto as de um restaurante, mas com preços bem mais em conta. Os bares e botequins gourmets foram classificados pela ordem de qualidade e aparecem logo depois da seleção de Comes & Bebes.

Com a promoção Passe Gourmet e as listas de Comes & Bebes e de Bares Gourmets, a editoria de restaurantes do Guia Brasil 2010 quer ajudar o leitor a investir mais em descobertas gastronômicas Brasil afora, sem gastar muito. “Comer em restaurantes nunca foi tão caro. Especialmente nos grandes centros, uma boa refeição, com as três etapas, não sai por menos de R$ 80″, diz Castanho.

Sobre o Guia Brasil 2010

Chega às bancas em 25 de setembro com 5 900 hotéis, resorts e pousadas, 2 800 restaurantes e bares e 3 900 atrações e passeios. Na seção de hotéis, as novidades são as listas de bons e baratos e de albergues publicadas em grandes cidades turísticas como São Paulo e Rio de Janeiro. A premiação dos melhores permanece: nas primeiras páginas, os leitores conhecem os hotéis e restaurantes que se destacaram no ano e as atrações e passeios mais bem-cotados na opinião da equipe de repórteres.  

Serviço:

Guia Brasil 2010

952 páginas

R$ 39,90

Nas bancas a partir de 25 de setembro

 

Mais informações:

Viviane Aguiar

Repórter

(vaguiar@abril.com.br, 3037-6892)

Links



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